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Os mordomos não são culpados no Corinthians

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Vinicius Cascone, Augusto Melo, Fabinho Soldado e Marcos Boccatto

Investigações internas (CORI, Conselho) e externas (polícia, MP-SP, PF), na tentativa de solucionar crimes ligados à gestão do Corinthians, esbarram em subalternos inseridos nos negócios.

Irrelevantes uteis.

Marcelo Mariano (Marcelinho), diretor administrativo, apontado como ‘poderoso’ em PSJ, é mero cumpridor.

Trabalha a mando.

Dos subalternos, Alex Cassundé é quem chama mais a atenção da policia.

Contratado por Augusto Melo desde a campanha eleitoral, o intermediário que não intermediou é tratado como criminoso profissional, especialista em ‘lavagem de dinheiro’, não apenas no ambiente alvinegro.

É possível que estas ‘qualidades’ sejam a razão principal de sua aproximação com o cartola.

Três nomes formam, de fato, a cúpula diretiva do Corinthians: Augusto Melo, Vinicius Cascone e Marcos Boccatto (do Água Santa).

Trio que se conecta há tempos.

Os vices, Stabile e Mendonça, são decorativos.

Acima do Trio, apenas o COMANDO de quem investe dinheiro, pesado, em Augusto Melo.

Desde agentes de jogadores até o pessoal de Diadema.

Na surdina, embora escancarados pelo Blog do Paulinho, agem Claudinei Alves e Valmir Costa – sócios de Melo em rolos do futebol (Base do Corinthians, Barbarense, Ad Guarulhos, etc), gestores de um esquema que, desde 2024, contratou 70 jogadores para o futebol ‘amador’, divididos entre agentes obscuros e até ‘MCs’ apontados por ligações com o PCC.

É investigada, também, a cúpula dos Gaviões da Fiel.

Entre operações de cambismo, a diretoria da facção viabilizou camarote administrado pela cartolagem do Água Santa e embolsou dinheiro da Vai de Bet, tudo indica, em acordo com a diretoria do Timão.

Meros servidores.

Diferentemente do que ocorre na literatura clássica, no Corinthians, os mordomos estão longe de serem os principais culpados.

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