
FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
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“A vaidade e Aparência são prioridade na vida dos que perderam o caminho a sabedoria”
Pensamento de: Mucolinho
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Mito-ladro dominando suas mulas

Nem mesmo a confirmada decisão judicial que condenou o presidente do Safesp José de Assis Aragão, convence seu vice-presidente, diretores, componentes do conselho deliberativo, associados federados ou não,
Do mesmo modo
Imprensa e jornalistas esportivos responsáveis por Blogs e outras TIC (Tecnologias da informação) do roubo cometido por José de Assis Aradrão no dinheiro público da capital do estado de São Paulo, no período que trabalhou em alguns cargos no Pacaembu, dentre estas: a gerência.
Além disso
Aradrão embolsou alta quantia por ter majorado os valores na compra do imóvel em que se instalou a sede da entidade representativa dos árbitros, localizada no Bairro da Barra Funda
Findando
Cortem as azas desta cobra venenosa
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A mudança diretiva efetivada na CA-CBF

Aparente trocar seis por meia dúzia; vez que: o principal integrante será o ex-árbitro Rodrigo Cintra, de triste conduta.
Sintetizo
Na época que a CA-FPF era presidida por Marcos Cabral Marinho de Moura, tendo sob sua confiança Arthur Alves Junior, foi criado um ranking digamos: A, B, C, D. em que os árbitros passariam a subir de acordo com suas apresentações.
Lembro
Que Rodrigo Cintra se encontrava nos degraus de baixo; no entanto, por fortes influência política, repentinamente, o puxaram para cima, passando por consortes melhores posicionados
Demonstrando
Não ser ético e não praticante de lealdade, Rodrigo Martins Cintra que sempre se alvorou superior a todos, iniciou sua caminhada na arbitragem do futebol profissional
Oriento
Rodrigo Cintra a deixar de empinar o nariz, a altivez e, sobretudo, seu vastíssimo acervo arquivo de diplomas de lado;
Adotando que
Caráter e Personalidade não se conquista nos bancos escolares; vem do berço, aprimorado na juventude e praticando cotidianamente.
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Série A do Paulistão 2025 – Domingo 09/02 – 8ª Rodada
Água Santa 1 x 1 Palmeiras – Cazé TV
Árbitro: João Vitor Gobi
VAR
Adriano de Assis Miranda
Item Técnico
Desempenho normal do árbitro e assistentes
Notei
Que tem condições de seguir na carreira, contudo: deve ser orientado a não dar satisfação aos atletas, como o fez por algumas vezes.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 05 para defensores da camisa Azul e Branco e 03 para Verde e Branco, dentre estes, como sempre: o técnico Abel Ferreira
Corinthians 2 x 0 São Bernardo – TNT TV
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira
VAR
Matheus Delgado Candançan
Item Técnico
Desempenho satisfatório do árbitro e assistentes
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para Alvinegros e 02 para defensores Bernardenses
Segunda Feira 10/02 – Contenda adiada, alusiva a 1ª Rodada
São Paulo 0 x 0 Inter Limeira – Cazé TV
Árbitro: Fabiano Monteiro dos Santos – 3ª vez no apito da Série A- Diplomado em 2017
VAR
Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral
Item Técnico
Próximo do final da primeira etapa ocorreu o brutal carrinho praticado por Juan Tavares camisa 26 da equipe limeirense no oponente Igor Vinicius, estando o árbitro bem próximo, com domínio visual do acontecido
Logo
O novato Fabiano Monteiro dos Santos transgredindo a lei do jogo, advertiu Juan Tavares com cartão amarelo revoltando o técnico Luis Francisco Zubeldía, comissão e jogadores reserva sendo
Salvo
Pelo chamado do VAR, caminhou até o monitor: viu, deu um tempo, reviu; em seguida voltando pro campo, corrigiu o erro, trocando o amarelo pelo vermelho.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para São-paulino e 03 a Limeirenses
Vermelho: Juan Tavares camisa nº 26, defensor da Inter Limeira
Terça Feira 11/02 – 9ª Rodada – Botafogo 1 x 0 Red Bull Bragantino – TNT TV
Árbitro: Guilherme Francisco Maciel da Silva E Rosário – 4ª partida na Série A – Diplomado no ano 2017
VAR
Matheus Delgado Candançan (FIFA)
Item Técnico
Alguns erros, que não influenciaram no resultado.
No todo
Trabalho oportuno do árbitro e assistentes
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 a Panteras da Mogiana, incluso técnico Marcio Zanardi Gomes da Silva e 02 para Massas-Brutas, dentre estes, Auxiliar Técnico – Vinicius Rovariz Teixeira de Araujo
Quarta Feira 12/02
Corinthians 2 x 1 Santos – Cazé TV
Árbitra: Edina Alves Batista (FIFA)
VAR
Adriano de Assis Miranda
Item Técnico
Por volta do vigésimo minuto da etapa inicial, lado esquerdo da linha intermediaria da defesa santista, Edina Alves Batista acertou ao nada marcar no ato da disputa pela bola ocorrida entre o santista Pituca com o corintiano Memphis Depay, que, a dominou, entrando na área
Lá
Olhou pro lado, viu um consorte e tocou a redonda pro lado, objetivando alcançar um parceiro
Neste instante
Bem próximo, um dos oponentes efetuando movimento corporal natural com o braço esquerdo próximo do corpo, foi surpreendido com a batida da bola no dorso da mão, aí, redonda sobrou para outro santista, e jogo seguiu
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 05 para Corintianos e 03 para Santistas
Coluna em Vídeo
Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita
*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representa
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Política
‘Ainda Estou Aqui’ motiva o STF a apagar parte de uma vergonha

O escritor, dramaturgo e poeta espanhol Federico García Lorca foi fuzilado aos 38 anos de idade. De costas, por ser homossexual e em observância do humilhante protocolo fascista internacional.
Os policiais que o prenderam, aprisionaram e o mataram, a serviço do regime direitista-nacionalista franquista, sumiram com o corpo, na velha e ultrapassada crença jurídico-processual de não existir crime de homicídio sem cadáver.
Até hoje, o corpo de García Lorca, considerado o maior dramaturgo e poeta espanhol do século 20, está desaparecido.
A cada descoberta de fossa coletiva de vítimas republicanas da Guerra Civil Espanhola (1936-1939) e da ditadura do generalíssimo Franco, surge para os espanhóis a esperança de resgate dos espólios do escritor e do resistente político García Lorca.
Ninguém de bom senso ou que guarde na memória o terrorismo de Estado, com torturas e assassinatos, executados à época pela ditadura militar brasileira (1964-1985), tem dúvida da cruel morte, com ocultação do cadáver, de Rubens Beyrodt Paiva, engenheiro e deputado federal, dado como falecido em janeiro de 1971.
O filme “Ainda Estou Aqui”, um drama histórico dirigido por Walter Salles, despertou até a consciência de ministros do STF que deverão redefinir, em caso de assassinato com cadáver oculto, o alcance da anistia de 2010.
O STF, com a mácula vergonhosa de um julgamento que premiou até torturadores de alto coturno como Carlos Brilhante Ustra, um dos ídolos do ex-presidente Jair Bolsonaro, terá oportunidade para, em parte, redimir-se.
O STF terá tudo para se fazer justiça, para não premiar a impunidade e para não deixar mau exemplo para geração futura, que se espera democrática, livre e republicana.
O supremo erro
O governo da ditadura militar, para salvar os seus golpistas, torturadores e carrascos, cunhou um projeto de lei de Anistia.
O dócil Congresso o aprovou e pariu a legislação sancionada pelo general-presidente João Baptista Figueiredo, aquele que demonstrou, como coiceiro, conviver melhor com muares e que declarou preferir sentir o odor dos equinos ao invés do cheiro do povo.
À época da referida Anistia, a propaganda do regime ditatorial batia na tecla da pacificação, do esquecimento pleno.
E nesse ritmo de “pra frente Brasil” acabou por embarcar o Supremo Tribunal Federal, por 7 votos contra 2, ausentes por motivo de saúde Joaquim Barbosa e, por impedimento, Dias Toffoli.
A lei da Anistia estabelecia esquecimento aos crimes políticos e conexos, consumados entre 2 de setembro de 1961 (quando iniciados os atos preparatórios golpistas) e 15 de agosto de 1979.
Para o STF da época, a Anistia, “tout court”, era ampla, geral e irrestrita. E pouca gente diz, e o filme “Ainda Estou Aqui” serve para lembrar, a referida anistia foi incondicionada.
À luz do direito internacional, os crimes contra os direitos fundamentais da pessoa humana são imprescritíveis e não podem ser objeto de anistia.
E tem mais: os crimes conexos, do tipo ocultar cadáveres e desaparecer com eles, são ilícitos, como bem lembrou o ministro Flávio Dino —que já foi juiz de carreira aprovado em concurso público— permanentes e de efeitos permanentes.
Crimes permanentes, como ensinam os nossos criminalistas maiores, “são os que causam uma situação danosa ou perigosa que se prolonga no tempo”. São exemplos deles, sempre consoante os maiores criminalistas nacionais, o sequestro de pessoas, o cárcere privado, a ocultação de cadáver.
Só para lembrar, descoberta de cativeiro com longo período, enseja prisão em flagrante porque o crime está em permanente consumação, protrai-se, alonga-se, no tempo.
Dessa forma, enquanto o cadáver de Rubens Paiva, que foi sequestrado pela ditadura e o seu cadáver está oculto, o momento consumativo do crime se prolonga. Em outras palavras, o crime de ocultação, o sumiço do cadáver de Rubens Paiva, ainda está se consumando.
Como é capaz de perceber até um bacharel reprovado em exame da OAB ou um rábula de porta de cadeia de delegacia de polícia de periferia, a Anistia aplica-se a crimes consumados e não àqueles em consumação, como o sequestro, o cárcere privado e a ocultação de cadáver.
O filme e o STF
Aqueles envolvidos na morte presumida por lei e na ocultação do cadáver de Rubens Paiva, poderão ser responsabilizados criminal e civilmente, por força de o STF estar disposto a decidir sobre o real alcance da famigerada lei da Anistia de 2010.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) contestou no STF o primeiro dispositivo da lei de Anistia. Aquele que anistiava os “crimes de qualquer natureza” correlacionados com os delitos políticos ou de “motivação política”.
O exame pelo STF do alcance deste supracitado artigo, com o filme a avisar que “Ainda Estou Aqui”, certamente merecerá um melhor exame por parte dos ministros Gilmar Mendes e Cármen Lúcia, que, à época, bateram o martelo interpretativo visto como continência aos militares da ditadura.
Espera-se que os dois ministros assistam ao filme de Walter Salles e façam a releitura da tragédia grega Antígona, de Sófocles.
O sepultamento, pelo lado humano ou à luz do direito natural, e aqui não se deve abrir a discussão para Hans Kelsen e a Teoria Pura do Direito, representa dar dignidade ao morto e a paz à família de Rubens Paiva.
Num pano rápido, o filme deverá, além do Oscar das nossas torcidas, ganhar o reconhecimento dos brasileiros, por sensibilizar o STF a melhorar a sua história.
Wálter Maierovitch: Colunista do UOL publicado dia 13/02/2025 às 05h30
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Chega da desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, ministério público, funcionários públicos de todas as escalas, incluso militares, e nos bastidores do futebol brasileiro.
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Finalizando
“Tudo que o mal precisa para triunfar… é que os homens bons… não façam nada!”
Edmund Burke: foi um filósofo, teórico político e orador irlandês
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SP-15/02/2025