
Os Gaviões da Fiel, vendidos ao dinheiro da ‘Vai de Bet’ (sob disfarce da Obabet, do mesmo grupo), reuniram-se com a presidência do Conselho Deliberativo do Corinthians para pressionar pelo adiamento da votação de impeachment do parceiro Augusto Melo.
Em nota, divulgada pela própria facção, é explicitado o tom de ameaça:
“Durante esse primeiro encontro (com Tuma Junior), sugerimos o adiamento da data da votação, visando priorizar o bem-estar e a integridade física dos conselheiros e associados, além de proteger o patrimônio do clube”
Por que a integridade física destas pessoas estaria ameaçada, assim como os bens do Corinthians?
O que os Gaviões sabem a respeito destas possibilidades?
Durante toda a semana, dirigentes da facção tem realizado discursos violentos e motivado manifestações às portas do clube que, historicamente, não ocorrem de maneira civilizada.
Agem como se fossem a guarda pretoriana de Augusto Melo.
Na mesma nota, os Gaviões tentam dissimular a ameaça:
“Destacamos que a sugestão não deve ser interpretada como um recuo ou ameaça, mas como um esforço conjunto para garantir o melhor para o Sport Club Corinthians Paulista no momento em que busca vaga para a Libertadores 2025”
Tuma Junior manteve a reunião.
Não se sabe se os Gaviões utilizaram, no encontro, os mesmos termos publicados em Nota Oficial; se o fizeram, a presidência do Conselho deveria ter acionado a polícia e lavrado o flagrante de ameaça.
Alexandre Domênico Pereira, presidente da facção, tem histórico de violência.
Recentemente, esteve entre a vida e a morte após participar de briga com gangs adversárias na região da Vila Prudente.
Dono de comando capaz de incendiar ou civilizar a mente de seus presididos, o chefe dos Gaviões deveria ser responsabilizado, criminalmente, em havendo qualquer dos eventos ameaçados na manifestação oficial.
O Corinthians não pode se omitir.