
Arthur Elias, treinador da Seleção feminina de futebol, iniciou a final olímpica de Paris com a Rainha Marta no banco de reservas, embora ela estivesse em condições plenas de iniciar a partida.
Simplesmente a melhor jogadora de todos os tempos.
Equivalente, no futebol masculino, a, em decisão de Copa do Mundo, não iniciar jogando com Pelé.
Quantos treinadores brasileiros teriam feito o mesmo?
Nos dias atuais, nenhum.
Tite bajulou Neymar em todos os anos que permaneceu no comando técnico da Seleção.
No passado, há o clássico caso de Zagallo escalando Ronaldo Fenômeno na Copa de 98, após convulsão que o obrigou, pouco antes, a ser hospitalizado.
Pode-se discutir se Elias tinha razão para deixar Marta no banco, mas não a personalidade de colocar em prática o que acreditava, naquele momento, ser a melhor solução.
Exemplo a ser seguido.