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Além de lunático, John Textor, em meio às teorias da conspiração envolvendo manipulações de resultados, demonstrou-se covarde ao acusar de falcatruas jogadores do Botafogo que não estariam mais entre os contratados do clube.
Obviamente, merece ser processado.
Mas não apenas isso.
O STJD, que já o puniu por acusar sem provar, precisa agir diante da reincidência.
Se, talvez, os atletas não tenham coragem de exigir investigações criminais por falsa imputação de crime, por conta das represálias do corporativismo da cartolagem, cabe à Justiça desportiva fazer o que estiver ao alcance para preservar o que resta de credibilidade no futebol brasileiro.
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