
A Seleção Brasileira repetiu as pobres atuações das outras partidas da Copa América ao ser eliminada, nas quartas de finais, pelo combativo Uruguai.
Quatro a dois, nas penalidades, após zero a zero num tempo normal em que jogou boa parte com um jogador a mais.
Deste jogo, óbvia constatação: o treinador tem que ser muito covarde, não entender de futebol ou estar a atendendo outros interesses para deixar Endrick no banco nas partidas anteriores.
O agora atacante do Real Madrid é superior a todos os seus concorrentes, no futebol e na personalidade, abaixo ainda, mas apenas por enquanto, de Vini Junior.
Era nítido, no torneio, a diferença de trabalho de Dorival Junior, mediano profissional brasileiro, do que se via, taticamente, dos adversários mais relevantes: Argentina, Colômbia e Uruguai.
Em permanecendo nesta mesmice, que os clubes daqui já superaram, seguiremos na fila dos principais campeonatos do planeta.
A CBF, com a maior lucratividade do futebol nacional – incluindo os milionários Flamengo e Palmeiras -, tem dinheiro para bancar um treinador que esteja entre os melhores do planeta.
Os profissionais brasileiros ganham muito mais do que valem e não estão neste patamar.