
Ontem, durante todo o dia, atletas renomados do esporte nacional manifestaram-se contrários ao credenciamento de Joel Jota como mentor e padrinho da delegação brasileira que disputará os Jogos Olímpicos de Paris.
E tinham razão.
Jota é daqueles espertalhões que ganharam fama mentindo sobre si próprios e criando discursos de auto-ajuda ao qual nunca seguiram.
Como muitos que se aventuram neste mercado de ‘coach’, conseguiu milhões de seguidores, vários deles fanatizados.
A mentira é realmente o ópio das redes e o bolsonarismo está aí para comprovar.
Diante da má-repercussão, com as lorotas sendo desmascaradas pelas mídias, Jota decidiu recusar o convite, mas não sem antes se vitimizar.
Este procedimento, evidentemente calculado, evitou que os negócios fossem afetados e tratou de colocar a seus seguidores a versão de que os que lhe desmascaravam eram agressores.
Instaurou-se o caos e os ataques a quem jogou luz nas espertas foram iniciados.
Jota lucrou, novamente, com o engajamento.
Enquanto isso, o COB, responsável pela má-escolha, assiste a tudo calado, sem ao menos pedir desculpas pela irresponsabilidade.
Segue ruim a gestão do esporte.
Só não pior do que a cabeça dos que glorificam, como Deuses, os malandros da internet.