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Corinthians, Sergio Moura e Joseph Goebbels

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Sérgio Moura e Augusto Melo

Durante o período nazista, coube a Joseph Goebbels comandar a narrativa que imbecilizou milhões de alemães e ajudou a esconder as atrocidades cometidas por Hitler e seus comandados.

O Corinthians vive situação assemelhada.

Na campanha eleitoral, influencers e alguns jornalistas foram cooptados para a criação de uma fábula que tratava Augusto Melo, espertalhão de pequenos deslizes, então candidato a presidente, como imaculado – o salvador do alvinegro.

As mentiras preencheram mentes vazias da internet, servindo, também, para escorar gente que sabia da realidade, mas queria participar do poder, entre os quais torcedores ‘organizados’ e caciques da política alvinegra, como o Centrão de Felipe Ezabella e os ‘vitalícios’ de Tuma Junior, Paulo Garcia, etc.

Poucos tiveram coragem de se contrapor.

Enquanto a plateia de internet era enganada pelos influencers/jornalistas, os caciques iludiam os associados sob o mantra da necessidade, a qualquer custo, de retirar o grupo de situação do poder – ainda que a alternativa fosse pior.

Na gestão, Augusto encontrou no diretor de Marketing o seu Joseph Goebbels – no sentido de manipulação de narrativa.

Sérgio Moura controla, além dos influencers, o ânimo das ‘organizadas’.

A ordem agora, após desacordo entre o presidente e seu ex-mentor e mantenedor Rubens Gomes, é dizer que o futebol enfrenta dificuldades não por culpa do Presidente, mas do diretor de futebol – em nítido processo de fritura.

O restante da administração, nesse discurso, seria o pais das maravilhas.

Não é.

Os contratos de patrocínios evidenciam as espertezas.

Um deles, fechado no Uruguai com utilização de intermediário desconhecido; outro, através de correligionário de campanha – parceiro de Moura desde os tempos de São Paulo – embolsando R$ 25 milhões, que, obviamente, deverão ser repassados a quem se acha no direito.

Escancarados estes negócios, ainda que nas redes a imbecilidade permaneça, dentro do clube há de se ter um mínimo de respeito à agremiação.

O Corinthians precisa sair desse ‘transe’ antes que Augusto Melo conclua o compromisso de devolver a seus investidores os milhões investidos em campanha.

A oposição deve levar a público tudo o que o Goebbels alvinegro trabalha para esconder.

Assim como ocorrido no crepúsculo do nazismo, a exposição da realidade – somente ela – será capaz de derrubar um sistema escorado em mentiras, distribuição de cargos e dinheiro.


Abaixo, Sergio Moura no São Paulo assessorando Carlos Miguel Aidar, expulso da presidência sob acusação de corrupção:

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