
Marcelo Teixeira, que retornou à presidência do Santos mesmo após ter as contas reprovadas em gestão anterior, em poucos meses, expôs o Peixe em episódios claros de desrespeito às mulheres.
Desde a presença do estuprador Robinho em churrasco com jogadores e comissão técnica até a recondução, no futebol feminino, de um treinador acusado, dezenove vezes, por assédio.
Ontem, jogadoras de Corinthians e Palmeiras protestaram em solidariedade às companheiras do Santos.
Será que Marcelo Teixeira sentiu vergonha?
Difícil acreditar diante dos episódios relatados, além doutros, como a recontratação de um cartola condenado por racismo, o apoio a Jair Bolsonaro e a parceria, política, com policial ligado ao narcotráfico internacional.
As jogadoras que protestaram estão de parabéns, mas, no caso específico de alguém que parece não se importar com agressão às mulheres, se faz necessário algo mais.
Talvez uma greve de jogadoras do Peixe até que o ambiente se torne mais saudável para o exercício de suas profissões.