Há poucos dias, o craque Endrick tornou-se ‘garoto propaganda’ da Neosaldina, medicamento utilizado, prioritariamente, para o tratamento de dores de cabeça.
Ontem, o Senador Carlos Portinho, em rede social, alertou que o produto não pode ser consumido por jogadores profissionais de futebol.
Nem mesmo por outros atletas.
Muito menos, por razões óbvias, pelo próprio Endrick.
“(…) o medicamento é responsável por vários casos de doping no esporte pois contém uma substancia proibida apenas para o esporte: o ISOMETEPTENO”
“Cada drágea da Neosaldina tem 30mg de isometepteno, que figura na lista como Estimulante proibido no esporte pelo Código Mundial Antidopagem”
No primeiro reclame, disponível no YouTube, o texto diz que Endrick dará dor de cabeça aos adversários que devem chamar a ‘Neosa’ para combatê-la.
Os jogadores, em verdade, não podem; somente os torcedores.
Trata-se de um conflito que Endrick, sozinho, dificilmente poderia antever – não é médico, nem farmacêutico – mas que deveria ter sido avaliado pelo ‘staff’ que cuida, a custo expressivo, de sua carreira.
