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O Santos não merece cair nas mãos de Neymar pai

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Marcelo Teixeira e Neymar pai

“Desgraça pouca é bobagem’, diria o velho ditado diante do que se apresenta como opção para o Santos após o rebaixamento de 2023.

O candidato a presidente Marcelo Teixeira, um dos responsáveis pelo início da derrocada do clube, que, numa de suas gestões – em 2009 – teve as contas reprovadas, ameaça o Peixe com a presença nefasta de Neymar pai na gestão.

Não são desconhecidos os problemas que o cercam.

Quantas vezes Neymar, o jogador, esteve às portas da prisão por crimes como os de sonegação de impostos, ambientais, etc?

O gestor de sua carreira era o pai.

Se, com o filho, o sujeito não teve o mínimo cuidado para evitar problemas – ao contrário, procurou-os – o que faria para o Santos que, para ele, tratar-se-ia, apenas, de mera fonte de lucratividade?

É triste o futuro que se avizinha para o Peixe.

De um lado, Marcelo Teixeira e suas conexões perigosas, do outro, gente também indigna da grandeza do clube brasileiro mais conhecido do planeta.

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