
Durante a campanha presidencial, o agente de jogadores Augusto Melo prometeu ampliar, a custo zero, a capacidade do estádio de Itaquera.
De prático, até o momento, somente algumas determinações para agradar as torcidas organizadas.
Todas péssimas para a Arena.
A retirada das cadeiras é um atentado ao estádio, assim como a troca delas por modelos menores, que resultariam em ampliação de espaço à custa do desconforto – sem contar os valores a serem gastos neste procedimento.
Um gestor sério – o que Augusto, mitomano notório, nunca será – em vez de privilegiar as ‘organizadas’, o faria com o torcedor comum, que corresponde a mais de 99% dos corinthianos.
O correto seria vender ingressos apenas pela internet.
Desta maneira, todos teriam as mesmas possibilidades de assistirem aos jogos do Timão em Itaquera.
Sem as cadeiras, as partes tratadas como populares – as de ingressos mais baratos – em vez de acomodarem torcedores mais humildes, servirão de território comandados pelas facções – principalmente as que se venderam antes das eleições.
Um dia, o grupo de intermediários de negócios deixará o Corinthians, mas não será nada fácil, inclusive financeiramente, reverter o estrago que se avizinha.