
Ontem, em demonstração de grande coragem, o agente de jogadores Augusto Melo compareceu ao Corinthians sem o colete a prova de bolas que utilizava há alguns dias.
O objetivo era a transição do poder.
Sob ameaça constante e monitoramento do grupo anti-sequestro, Melo saiu do esconderijo em local incerto e não sabido diretamente para o campo minado de Parque São Jorge.
Com ele estavam não os investidores das três grandes empresas que tem acertadas para cada departamento do clube, mas os empresários, fieis, que ajudaram-no bancar a ‘exitosa’ operação do Barbarense: Rubens Gomes, o Rubão do Bitcoin, e Claudinei Alves, gestor, também, de profissionais da vida noturna.
Todos recebidos pelo inimigo Duílio ‘do Bingo’ que ordenou o cessar fogo.
Agradecido, Augusto trocou o discurso de auditoria ‘doa a quem doer’ por afagos e elogios.
Em troca deve ter recebido a promessa de preservação de vida que o possibilitará assumir a presidência do Corinthians em 2024.
Ficaram de fora do armistício, provavelmente não desmoralizados, mas por precaução diante da possibilidade de morte, os vices Osmar Stabile e Armando Mendonça, que serão informados do teor da reunião depois de Valmir Costa, habilidoso recolhedor de ‘tributos’, efetivamente superior a eles neste novo arranjo de poder.