Com a nobreza que o caracteriza, Paulo Garcia, dono da Kalunga, ao mesmo tempo em que se deixa aclamar como possível candidato de um grupo veterano de conselheiros, costeia o alambrado do adversário, André Negão.
Não é a primeira vez que a traição se ensaia.
No passado, para evitar a vitória de Roque Citadini, Garcia, pelas costas, se juntou ao situacionista Roberto Andrade, que, após a vitória, cedeu-lhe as diretoria de futebol e a de finanças, entre as mais importantes.
Atualmente, como em anos anteriores, o empresário discursa oposição.
Às sombras, porém, insinua-se como possível vice de Negão.
Vale lembrar que Paulo Garcia, há alguns anos, quando alguns ainda acreditavam que eram divergentes, financiou a campanha política tanto de André quanto de Andres Sanches, aliado maior do candidato.
