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Coluna do Fiori

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FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

“Aonde o Dinheiro chega à Verdade se esconde”

Adágio de: Mauro Roberto

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Desde que entrei na escola de árbitros na metade do ano 1971, diplomado em 1972, seguido do cadastramento no então departamento da FPF.

Continuo

Batalhando em prol do recato dos integrantes da classe, praticando a defesa do árbitro, pelo árbitro e para os árbitros, com destaque nos federados.

Combate

Pujante com a iniciação do SAFESP e, depois das duas injustas expulsões advindas das administrações José de Assis Aragão, continuo na mesma toada.

Neste

Março ano 2023 o juris171consulto que está presidente desde a posse no dia 08/01/2020, totalizando três anos e dois meses, convocou duas assembleias segundo ele e muitos interessados, embasadas no atual estatuto registrado em cartório no ano 2004.

Ambas

Objetivando valor fixo e datado pagamento via PIX para que os inadimplentes tenham continuidade no direito a votar, se candidatar e outros.

Fatores

Que depois de ler e reler o inserido no ART 6º, Secção IV – Das Contribuições, da Readmissão, da Anistia e dos Benefícios, captei ocorrência de anormalidade ao estabelecido no artigo, na secção e letras.

Por este

Motivo, eu e quem corrobora significamos inimigos dos autodenominados salvadores do SAFESP.

Fechando

No decorrer da segunda assembleia, ex-presidentes e participantes desgostosos com a indagação do associado Marcelo Marçal sobre o desrespeitar ao exposto no estatuto, ameaçaram agredi-lo. Claro comprovar de quem não aceitam serem contraditos.

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Semifinais da Série A do Paulistão 2023 – Domingo 19/03

Palmeiras 1 x 0 Ituano

Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (FIFA)

VAR

Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (FIFA)

Item Técnico

Árbitro e VAR desclassificaram o Ituano

Explico

Por volta do 57º minuto (12º minuto da segunda etapa), Rafael Veiga defensor palmeirense bateu falta pro interior da área, na descendente, Gustavo Gomes subiu e sob as vistas do árbitro FIFA, de forma clara, usando a mão do braço esquerdo para derrubar oponente que estava na sua frente, cabeceou a redonda, goleiro rebateu, bola sobrou para Murilo cabecear pro fundo da rede, decretando a vitória alviverde.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para alviverdes, dentre estes o continuamente indisciplinado técnico Abel Ferreira

Vermelho: Para João Miguel Barreto Martins, auxiliar técnico da equipe palmeirense, que, sempre faz ameaça aos componentes da arbitragem

Segunda Feira 20/03

Água Santa 1 x 1 Red Bull Bragantino nos noventa minutos

Decisão por penalidades máxima 

Água Santa 4 x 2 Red Bull Bragantino. Classificação da equipe do ABCD para as duas contendas finais com o Palmeiras 

Árbitro: Raphael Claus (FIFA)

VAR

Daiane Muniz dos Santos (FIFA)

Item Técnico

Desempenho aceitável do árbitro e assistentes

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para equipe de Diadema e 04 para Bragantinos

Vermelho: Direto para Rodrigo Eduardo da Silva defensor do Água Santa por ter desferido violenta cabeçada no oponente Artur Victor Guimarães; idem: Para Matheus Fernandes Siqueira do Bragantino, depois do segundo amarelo, ambos por brutalidade.

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Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI” desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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Política

Uma espiral descendente

Após algum fôlego de institucionalismo decorrente de uma atuação eficiente, republicana e incisiva dos órgãos encarregados do enfrentamento da corrupção, os últimos anos foram pautados de substantivo retrocesso no que diz com a referida pauta.

Nessa toada, reformas legislativas, decisões judiciais heterodoxas e uma pauta política alinhada ao revanchismo foram suficientes a destruir toda a estrutura institucional de prevenção, detecção e combate à corrupção.

Como resultado, temos hodiernamente instituições desacreditadas, atores incumbidos da tarefa intimidados e um sem-número de exemplos de que a corrupção vale a pena e que as chances de punição de grandes esquemas de corrupção são mínimas para não dizer inexistentes.

De outra linha, projetos legislativos que poderiam auxiliar na eficiência na minoração dos referidos males atrelados à corrupção foram abandonados ao mesmo tempo em que projetos que impõem dificuldades e obstáculos à já árdua tarefa foram paulatinamente incorporados no ordenamento jurídico.

Nesse contexto, basta relembrar o soterramento dos projetos tais como o que possibilitava a prisão a partir de segunda instância, o que criminalizava de enriquecimento ilícito, entre vários outros, ao passo que aprovados projetos que solaparam a lei de improbidade administrativa, além de terem sido levadas a cabo perversas mudanças na legislação processual penal, sempre com olhos voltados para um garantismo míope e de ocasião.

Chegou-se, assim, ao atual quadro, no qual agentes condenados a centenas de anos de prisão se encontram livres e desembaraçados a partir de anulações recorrentes e variadas de processos penais complexos, ao mesmo tempo em que agentes incumbidos da persecução respondem ou foram punidos no bojo de processos administrativos que os colocam em uma berlinda funcional.

Como consectário, há de se admitir que vige atualmente uma espécie de advertência difusa para que agentes públicos não se aventurem a atuar na persecução da corrupção com destemor e altivez, pois pairam no ar os riscos à própria carreira e estabilidade financeira daí derivada e, bem assim, sobeja a constatação de que todos os esforços ao fim e ao cabo serão vãos e inúteis.

Não surpreende, pois, que sumiram completamente do noticiário todas e quaisquer notícias relacionadas com a desarticulação de grandes, médios ou diminutos esquemas de corrupção, não evidentemente porque já escassearam tais atividades ilícitas, mas sim porque é notório o arrefecimento institucional no enfretamento desse mal.

Convergindo com tal desastroso cenário, tem se tornado lugar comum a nomeação de parentes de agentes políticos para Tribunais de Contas, a nomeação de pessoas comprometidas com infrações éticas para importantes Ministérios e, bem assim, a proclamação de que a nomeação de agentes para a chefia do Ministério Público ou Tribunais Superiores será pautada mais por critérios de afinidade política de que propriamente por isenção e preparo técnico.

Lamentavelmente, pois, a solene proclamação do imemorial Rui Barbosa voltou a ter inegável atualidade quando advertiu que o triunfo recorrente das maldades alimentava a frustração com a virtude e a negação da honestidade, alimentando-se aquele ciclo vicioso que sempre tão bem nos caracterizou, no qual  a única palavra de ordem é a “vantagem” individual e o único método é o “jeitinho” brasileiro.

E a mesma e precisa advertência foi feita por Ayn Rand quando pontuou que qualquer sociedade estará fatalmente condenada quando a corrupção for recompensada e a honestidade se tornar um auto sacrifício, ponto para qual infelizmente parece que convergimos na atualidade.

Não há dúvidas, portanto, que o País se encontra em um grave cenário de deterioração institucional que, uma vez não revertido e debelado, poderá trazer graves e inadvertidas consequências para o desenvolvimento nacional, para a coesão social e para a profusão de uma pauta mínima de moralidade pública.

O fato é que um governo de leis, pautado somente pela Constituição Federal a ser aplicada de forma rigorosamente impessoal, reclama que sejam abandonados os voluntarismos pessoais e as vaidades, não podendo a amizade com o Rei, independentemente da indumentária que o adorne, sobrepujar a ordem jurídica.

Tema de Leonardo Bellini de Castro. Publicado no Estadão do dia 24/03/2023, oriundo do Blog do jornalista Fausto Macedo

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Finalizando

“A corrupção não é uma invenção brasileira, mas a impunidade é uma coisa muito nossa”

Jô Soares: foi um apresentador de televisão, escritor, dramaturgo, diretor teatral, ator, humorista, músico e artista plástico brasileiro

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Chega da descomedida Corrupção que assola nossa nação desde sua descoberta

Se liga São Paulo

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SP-26/03/2023

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