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Duílio ‘do Bingo’ caminha para ser primeiro presidente do Corinthians sem título em quase 37 anos

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Duílio e Adilson Monteiro Alves

Desnecessário discorrer muito sobre o enorme vexame protagonizado pelo Corinthians após a eliminação, na Arena de Itaquera, diante de um Ituano que passou o campeonato lutando para não cair, nas quartas de final do irrelevante Paulistinha.

O Timão é “Renato Augusto FC’; sem ele, se torna um catadão de veteranos carregando a mediocridade.

Diante deste cenário de absoluta incompetência e óbvio favorecimento a intermediários, seja nas contratações equivocadas como também no loteamento das categorias de base para notório bicheiro, é muito provável que após perder o campeonato mais fácil, o Corinthians, dificilmente, terá chance nos demais.

Esta situação remete a outro ‘feito’ da gestão Duílio ‘do Bingo’ Monteiro Alves: se chegar ao final de 2023 sem conquistas, desde abril de 1987, quando Roberto Pasqua saiu corrido de Parque São Jorge, nenhum Presidente deixou de colocar ao menos uma taça na Sala de Troféus.

Quase 37 anos.

Até mesmo Marlene Matheus, que recebia ordens, no cargo, do marido Vicente, no dia em que tomou posse, venceu a Supercopa do Brasil.

De Pasqua para Duílio sentaram na cadeira, nem sempre com boas gestões, mas com títulos conquistados: Vicente Matheus, Marlene Matheus, Alberto Dualib, Andres Sanches, Mario Gobbi e Roberto Andrade.

O atual mandatário alvinegro, além do fracasso esportivo, sairá do cargo sem cumprir as demais promessas de campanha.

Duílio ampliou a dívida do clube, manteve o balanço deficitário, não reduziu o gasto com futebol, seguiu em parceria com intermediários de jogadores, fechou patrocínios com empresas irrelevantes e delas fez o Timão tomar calotes – a TAUNSA é o grande exemplo, desmoralizou a criação de um departamento de compliance entregando-o a um cliente de seu diretor jurídico, contratou empresa especializada em mentir na internet para encobrir alguns fatos e superdimensionar irrelevâncias, cooptou canais de torcedores na internet sob ameaças de processos, etc, etc, etc.

Deste caos, somente a família Monteiro Alves se deu bem, com pai e irmão na diretoria, apesar de todos, incluindo o Presidente, estarem com bens e contas bloqueadas há quase duas décadas.

O fracasso incomoda apenas aos torcedores.

Duílio seguirá a vida, aspirando as carreiras de sempre, com dinheiro no bolso – porque não pode colocá-lo nas contas, sem pagar os credores, no aguardo da próxima oportunidade de negócios.

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