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Coluna do Fiori

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FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Se queres prever o futuro, estuda o passado”

Confúcio: foi um filosofo e pensador chinês

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Velório do senhor José Astolphi, primeiro presidente do SAFESP, ocorrido na 01/02/2023

Na tarde do dia acima aproveitando carona do ex-árbitro Carlos Roberto Silva, comparecemos no Cemitério Gethsêmani, localizado no Bairro do Morumbi, para prestar nossos sentimentos e solidariedade aos seus familiares; por lá encontramos com os ex-árbitros Emídio Marques de Mesquita, Sérgio Correa da Silva, Ansel Lancman, Paulo de Souza Arruda, Sebastião Soledad e Silvio Roma, na certeza que durante o dia outros colegas por lá passaram.

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Ver pra crer

Tenho conhecimento que o presidente do SAFESP convocara assembleia para analisar possível reincorporação dos associados inadimplentes.

Almejo

Que se concretiza para o reerguimento da outrora principal entidade estadual dos árbitros do futebol brasileiro.

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Decisão da Super Copa do Brasil 2023 – Sábado 28/01

Palmeiras 4 x 3 Flamengo

Árbitro: Wilson Pereira Sampaio (FIFA-GO)

Assistente 01: Bruno Boschilia (FIFA-PR)

Assistente 02: Bruno Raphael Pires (FIFA-GO)

VAR

Rodrigo Alonso Ferreira (FIFA-SC)

Item Técnico

Como principal o lance do chute palmeirense Gabriel Menino findado no fundo da rede decretando a vitória e o título alviverde;

No

Ato por ter sido lance rápido fiquei na dúvida, entretanto, pós reprise, fiquei convicto que houve irregularidade;

Segue explicação

Imediato ao chute do Gabriel Menino, seu consorte Mayke estava atrás, bem próximo do goleiro flamenguista, e não atrapalhou sua visão;

No entanto

Abrangi que ele toca levemente no costado do goleiro, fora isso, tivesse no lugar dele, psicologicamente estaria preocupado com presença do mesmo no meu costado.

Inadmissível

Que o árbitro VAR apoiado por toda parafernália tecnológica não tenha solicitado que o árbitro revesse o lance no monitor e.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para palmeirense Gabriel Menino e 03 direcionado aos flamenguistas:  David Luiz, Everton Ribeiro e Gabriel.

Vermelho: 03 para os palmeirenses: Abel Ferreira (técnico), Vitor Ilídio Penas (treinados de goleiro) e Joao Miguel Barreto Martins (assistente técnico).

Nota

Senhor presidente da FPF, seus subordinados da Comissão de Árbitros, principalmente: Parem de fazer vistas grossas as constantes indisciplinas e ameaças proporcionadas pelos integrantes da bancada técnica palmeirense; como cabeças: Abel Ferreira e João Miguel Barreto Martins

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5ª Rodada da Série A do Paulistão 2023 – Sábado 28/01

Santos 1 x 1 Ferroviária

Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (FIFA)

VAR

Adriano de Assis Miranda

Item Técnico

Acerto ao marcar a penalidade cometida pelo santista Sandry no oponente John Kennedy

Penal

Batido por John Kennedy estabelecendo abertura do placar

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para santistas, incluso técnico Odair Hellmann e 06 para araraquarenses

Domingo 29/01

São Paulo 1 x 2 Corinthians

Árbitro: Raphael Claus (FIFA)

VAR

Daiane Muniz dos Santos (FIFA)

Item Técnico

Assistente 01 sinaliza posição de impedimento do corintiano Fagner no instante que recebeu a pelota e cruzou para consorte Adson mandar profundo da rede e abrir o placar

VAR

Daiane Muniz dos Santos irritou por demorar muito para validar o lace que, no ato, fiquei na dúvida, bem amparada na tecnologia, deveria levar no máximo 01 minuto e.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para tricolores e 04 para alvinegros

Quarta Feira 01/02

Mirassol 0 x 2 Palmeiras

Árbitro: Salim Fende Chavez

VAR

Vinicius Furlan

Item Técnico

Nenhum de real importância, muito papo e mãos justificando algo, mas não influiu no resultado.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para mirassolenses e 02 para alviverdes


Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI” desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.


Nada mudou no início do governo Lula em quem votei por ser democrata e contra descaso dos políticos para com a retidão, fator que aos poucos poderá diminuir e muito o famoso: Toma lá dá cá incrustado no dia, dia dos muitos setores públicos e privados.

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Os pesos e as medidas de Lula

Uma ministra teve apoio de milicianos. Um ministro deu verba para estrada que passa em sua fazenda. O País quer saber onde está o presidente que criticava milicianos e orçamento secreto

Na campanha eleitoral, o petista Lula da Silva chamou o orçamento secreto de “bandidagem” e acusou seu adversário, o então presidente Jair Bolsonaro, de ser uma “pessoa má” que “anda com assassinos e milicianos”. Eleito presidente, Lula não parece mais tão convicto de sua ojeriza a milicianos e ao orçamento secreto, ao menos em casos envolvendo ministros seus.

O Estadão revelou que o ministro das Comunicações, Juscelino Filho (União Brasil), direcionou R$ 5 milhões do orçamento secreto para asfaltar uma estrada de terra que passa em frente à sua fazenda, em Vitorino Freire (MA). A propriedade abriga uma pista de pouso e um heliponto. Segundo o jornal apurou, Juscelino Filho destinou R$ 50 milhões em emendas de relator. Parte dos recursos (R$ 16 milhões) foi encaminhada à prefeitura de Vitorino Freire, cuja prefeita, Luanna Rezende, é irmã do ministro das Comunicações.

No caso relacionado a Juscelino Filho, dois pontos adicionais chamam a atenção. A empresa contratada pelo município de Vitorino Freire para realizar a obra da estrada é de Eduardo José Barros Costa, o Eduardo Imperador, amigo de longa data da família do ministro das Comunicações. Cinco meses após a assinatura do contrato, o empresário foi preso pela Polícia Federal, acusado de pagar propina a servidores federais para obter obras na cidade. Além disso, o engenheiro da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) que assinou o parecer autorizando o valor orçado para a pavimentação foi indicado pelo grupo político de Juscelino Filho. Ele foi afastado do cargo sob suspeita de receber R$ 250 mil em propina de Eduardo Imperador.

Em outro caso, revelado no início de janeiro, soube-se que a ministra do Turismo, Daniela Carneiro (União Brasil), tem animadas relações com milicianos. Deputada federal mais votada do Rio de Janeiro no ano passado, Daniela Carneiro recebeu apoio, como cabo eleitoral, de Giane Prudêncio, a “Giane Jura”, mulher do miliciano Juracy Alves Prudêncio, o Jura, condenado a 26 anos de prisão pelos crimes de associação criminosa e homicídio. Ex-sargento da Polícia Militar, ele cumpre atualmente a pena em regime semiaberto. Giane Jura aparece ao lado da ministra do Turismo em fotos nas redes sociais.

Não obstante essa documentada série de evidências, a ministra do Turismo segue no cargo, do qual já deveria ter sido afastada desde que o caso foi tornado público. Do mesmo modo, não parece haver dúvida de que o ministro das Comunicações deve ser chamado pelo presidente Lula para dar explicações, se é que há alguma, para tão evidente imoralidade no uso de verba pública.

Sabe-se que Lula da Silva teve que contrair dívidas políticas para ampliar sua esquálida base parlamentar e assim ter alguma chance de aprovar os projetos de interesse do governo. Parte dessas dívidas foi paga com a oferta de cargos no governo para os partidos interessados em barganhar votos. Os ministros Juscelino Filho e Daniela Carneiro são a consequência dessa negociação. Ou seja, Lula pagará um preço político nada desprezível se resolver afastá-los, como mandam a ética e a responsabilidade, pois poderá melindrar partidos de cujo apoio precisa.

Por outro lado, Lula pagará igualmente um alto preço se decidir fazer vista grossa aos problemas de seus dois ministros, pois deixará claro para a sociedade que está disposto a sacrificar a decência no altar da governabilidade.

Portanto, o presidente tem uma boa oportunidade de mostrar ao País qual será o real nível de tolerância com malfeitos em seu governo. Não é questão de condenar ninguém por antecipação, mas simplesmente reconhecer que, dada a projeção de um ministro de Estado, é recomendável que, enquanto as circunstâncias não estiverem devidamente esclarecidas, a pessoa seja afastada do cargo público.

Nessa seara, o histórico do PT não é positivo. Grande parte da desconfiança da população em relação ao partido de Lula se deve à conivência, para dizer o mínimo, com escândalos de corrupção. Agora, no início do governo, o País poderá ver se Lula deseja fazer diferente.

Opinião do Estadão publicado no dia 31/01/2023

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Finalizando

“Os políticos não conhecem nem o ódio, nem o amor. São conduzidos pelo interesse e não pelo sentimento”

Philip Chesterfield: foi um político e escritor inglês

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Chega de Corruptos e Corruptores nas esferas pública e privada deste sofrido Brasil, brasileiro.

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

Sábado-04/02/2023

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