
Ângela Machado, esposa de Rodolfo Landim, Presidente do Flamengo, inexpressiva como Diretora de Responsabilidade Social do clube, ganhou ‘notoriedade’, desde ontem, ao ver exposta sua imoralidade.
Chorosa com a vitória da Democracia nas urnas nacionais, escreveu, em rede social:
“Ganhamos onde produz, perdemos onde se passa férias. Bora trabalhar porque se o gado morre, o carrapato passa fome”.
Ao atacar, preconceituosamente, o povo nordestino, Ângela atingiu, certamente, a maior parte da torcida do Flamengo, seja a moradora da região como também os que migraram para o Rio de Janeiro.
Outro ponto relevante da mensagem, que passou despercebido da mídia (circulamos em vermelho ao final do texto), é a foto colocada no perfil, demonstrando o ‘luto’ pela derrota da extrema-direita, sentimento que o clube dispensou no trato com os garotos que ajudou a carbonizar no Ninho do Urubu.
Landim, que já se viu enrolado na Justiça, associou-se ao ilibado Eike Batista e, mais recentemente, lustrou bolas do Genocida banido pelas urnas, tem em casa a esposa que merece.
O torcedor do Flamengo, desrespeitado, não deveria ser representado por essa gente.
