
Extremamente insatisfeitos, jogadores do São Paulo, em setembro, pensaram em não entrar em campo numa das partidas do clube pelo Campeonato Brasileiro.
O protesto seria por conta do atraso de salários e, principalmente, pela promessa, descumprida pelo presidente Casares, de resolver os problemas com o dinheiro das vendas e direitos de formação de ex-atletas.
O desejo foi apaziguado, mas não a decepção.
Em conversa com o blog, o agente de um titular do Tricolor relatou:
“Eles (a diretoria) não sustentam uma promessa, mentem o tempo inteiro, os jogadores estão desesperados”
“O (nome preservado) joga com vontade porque gosta do clube, mas está puto, mas nem todo mundo está a fim de entrar em campo… entram porque precisam e tem medo das represarias”
“Estes FDP ainda ameaçam jogando a torcida organizada para intimidar jogadores”
“O ambiente entre jogadores e comissão técnica é muito bom, mas todos odeiam os dirigentes”
“Um dos atletas precisou socorrer-se de agiota, conselheiro do São Paulo”
“Sim, o (nome preservado) falou que pensaram em parar, ao menos por um jogo, mas se intimidaram pelas consequências… não apenas no mercado, que pune jogador que reclama, mas também na integridade física”
É nesse ambiente que Rogério Ceni tenta motivar um elenco que, apesar de não condizente com a história do clube, produz menos do que seria qualificado para fazer.