
Há quase um mês, a 777 assumiu o controle da SAF do Vasco da Gama, sob promessas diversas, desde grande injeção de dinheiro até a profissionalização no trato com o departamento de futebol – que interessa, efetivamente, ao torcedor.
Ao que parece, tratava-se, ao menos em parte, de ‘171’.
A contratação de Jorginho, ‘pastor’ que se vende como treinador, tri-campeão em rebaixamento de equipes, quase tetra, escapando de nova ‘conquista’ com a recente demissão após péssimo trabalho no Atlético/GO, é injustificável.
A 777, se não houver nada estranho nos bastidores, comprovou ignorância absoluta no mercado da bola.
Em tempos de ‘171’, praticados na política, no esporte e até entre supostos ‘religiosos’, todo cuidado é pouco.
O Vasco da Gama, duramente assaltado ao longo das últimas décadas, precisava mudar.
Porém, ao menos na contratação do treinador de futebol, o escorregão da 777, que tende a comprometer não apenas o final de temporada, mas o início de 2023, é indício de que os parceiros vascaínos, se apenas erraram, tem muita coisa ainda a aprender.