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Infestado de parasitas, o São Paulo pede socorro

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Desde os primórdios dos anos 80, até a infeliz decisão de Juvenal Juvêncio em participar do golpe do terceiro mandato, o São Paulo viveu tempos gloriosos e era tratado como modelo de gestão no futebol brasileiro.

Anos após a ‘pedra fundamental’ da deterioração, o Tricolor é pálida lembrança do que já foi.

Gerido por imorais – cada vez mais ricos -, o clube se apequenou e, há tempos, se segura na paixão do torcedor.

O são-paulino é, nos dias atuais, a ligação palpável com o passado inesquecível.

Nem mesmo Rogério Ceni, Mito como jogador, e Muricy Ramalho, trabalhador incansável, conseguem, talvez porque atrapalhados pelos medíocres e, principalmente, cercado de espertalhões, conseguem resolver os problemas de uma agremiação contaminada pelo parasitismo.

Os atuais gestores são os piores – e não é fácil superar os anos de fragelo impostos pelo presidente expulso por corrupção, além do ex-diretor de futebol que, antes de alçado ao poder, sobrevivia do relacionamento com agentes de jogadores.

Coroinhas diante do ‘profissionalismo’ marginal dos tempos atuais.

Nesse contexto, nova tentativa de golpe se avizinha, com opositores do Conselho batidos pela compra de votos.

A única esperança de estancar a sangria que, persistida, levará o São Paulo ao óbito institucional, é contar com o bom senso dos associados tricolores, ainda que nem todos torcedores do clube.

O voto contrário à perpetuação de pilantras é o limite entre viver ou morrer, lentamente – com requintes de crueldade, pelas mãos de milionários executores.

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