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Apenas um Diretor do Corinthians teve coragem de se manifestar em defesa da Democracia

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Eduardo Caggiano

Desde antes das eleições que elevaram-no à presidência do Corinthians, Duílio ‘do Bingo’ Monteiro Alves tem utilizado-se, diariamente, da marca ‘Democracia Corinthiana’.

A frase e os símbolos podem ser vistos em diversos locais de Parque São Jorge, na Arena de Itaquera e nos eventos promovidos pelo clube.

É o marketing a serviço da esperteza.

Na prática, o comportamento é bem diferente.

Ao não assinar a ‘Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em Defesa do Estado Democrático de Direito’, que aproximasse de 600 mil adesões’, Duílio acaba por ditar os ritmo das adesões aos demais diretores de sua gestão.

Quem teria coragem – na cabeça dessa gente – de passar por cima do presidente?

No site oficial do Corinthians, são listados, além de Duílio, dois vices-presidentes e doze diretores, alguns deles ligados a movimentos sociais, que, por certo, num ambiente propício, assinariam o manifesto.

Apenas um deles teve coragem de contrapor-se à tácita proibição de adesão.

Trata-se de Eduardo Caggiano Freitas, Diretor Administrativo do clube.

Os demais, aparentemente, calaram por covardia, ignorância ou porque concordam, talvez, com os reiterados ataques à Democracia.

A manifestação de Caggiano é ainda mais expressiva quando observada sua estreita ligação com André Negão, um dos caciques alvinegros, que também deixou de assinar o documento.

Dentre os diretores que não assinaram, está Adriano Monteiro Alves, outro ‘herdeiro’ de Adilson Monteiro Alves, diretor da ‘Democracia Corinthiana’ nos anos 80.

Adilson, ao menos, assinou.

Os demais cartolas do Corinthians que não aderiram ao protesto são:

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