
O ex-presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar e alguns de seus parceiros de diretoria foram absolvidos da acusação de furto pela Justiça de São Paulo.
Segundo o MP-SP, essa turma teria utilizado escritório de advocacia como preposto para recebimento de vantagens indevidas.
Faz alguns anos, o cartola foi expulso do clube.
A acusação era de corrupção.
O Tricolor parece tê-lo perdoado.
No processo criminal, a diretoria do São Paulo manifestou-se “(…) reconhecendo o direito do escritório contratado em receber os honorários e informando que os pagou, conforme a decisão judicial. Informou, por fim, não ter ocorrido qualquer furto”.
Os bastidores do futebol brasileiro são, de fato, surreais.
Capaz até do ilibado dirigente – pelo menos até o momento, porque o MP garante que irá recorrer – retorne em cavalgada triunfal à política são-paulina, quiçá, elegendo-se presidente para repetir os feitos ‘notáveis’ de sua conturbada gestão.