
FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

“O interior de uma pessoa falsa é o exterior de uma pessoa mentirosa”
Erick Lucas: Pensador
————————–

Segue desafio ao Juris171consulto para responder as repetidas e ainda não respondidas
1º – Divulgue na página principal do SAFESP, número real do quadro associativo?
2º – Nome e número dos associados que trabalharam nos jogos da OAB desde o seu inicio?
3º – Nome das empresas ou pessoas físico-jurídicas a quem fizeste a terceirização para escalar árbitros e assistentes nos jogos da OAB?
4ª – Por qual motivo não expões as contas das gestões Arthur Alves Junior que tinha como responsável pela tesouraria Carlos Donizete Pianosqui?
5º – Publique sobre o andamento da ação em que denunciaste Marcelo Marçal de ter invadido os computadores da entidade?
Observação
Não responder lhe é de direito; contudo: fortalecerá que tenho razão de denomina-lo juris171consulto.
Ultimando
Associados! Solevantem a entidade nascida graças colaboração de não árbitros e dedicação de muitos árbitros que venderam rifas para a compra da sede social então localizada na Rua Lettiere, travessa da Rua Condessa de São Joaquim no Bairro da Bela Vista.
—————————————
3ª Rodada da Série A do Brasileirão 2022
Red Bull Bragantino 1 x 1 São Paulo
Árbitro: Bruno Arleu de Araújo (FIFA- RJ)
VAR
Daniel Nobre Bins (RS)
Item Técnico
Trabalho normal executado pelo principal e seus assistentes na aplicação das leis do jogo
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 05 para bragantinos e 03 para são-paulinos, incluso técnico Rogério Ceni.
Vermelho: Por ter saído do local de trabalho de dedo em riste direcionado ao quarto árbitro, protestar afirmando: arbitragem caseira.
Palmeiras 3 x 0 Corinthians
Árbitro: Anderson Daronco (FIFA-RS)
VAR
Pablo Ramon Goncalves Pinheiro (RN)
Item Técnico
1º – Primeiro gol da equipe alviverde ocorrido após choque não faltoso do goleiro corintiano Matheus Donelli com oponente Rony.
Na
Sequência, precipitada e errônea sinalização da saída da bola pela linha de fundo (escanteio) apontado pelo assistente 02: Michael Stanislau (RS);
Corretamente
Antes da cobrança do escanteio VAR reproduziu a legalidade da não penalidade.
2º – Corroborou com acertada sinalização do assistente 01: Rafael da Silva Alves (FIFA-RS) ao apontar posição de impedimento do atacante palmeirense Rony no lance findado com a bola no fundo da rede
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para alviverde e 02 para corintianos
Domingo 24/06
Santos 3 x 0 América-MG
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (FIFA-GO)
VAR
Rafael Traci (SC)
Item Técnico
1º- Placar apontava Santos 1 x 0, ataque da equipe santista ocorreu reclamação de toque de mão na bola de oponente; no ato árbitro nada sinalizou;
Var
Avaliou, corretamente sugeriu e jogo seguiu.
2º – De imediato corroborou com a sinalização do assistente 01 Fabricio Vilarinho da Silva (FIFA- GO) apontando impedimento do ataque santista findado com bola no fundo da rede;
VAR
Avaliou lance legal, árbitro acatou: Santos 2×0.
3º – Não ocorreu penal na disputa legal entre Maicon defensor santista com oponente ocorrido na segunda etapa
4º – Assistente 02: Bruno Raphael Pires (FIFA- GO) acertou apontando impedimento ataque visitante findado com a bola no fundo da rede.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 para santistas
Versão em vídeo da Coluna
Por questões técnicas a versão em vídeo da coluna não será publicada.
Semana que vem estaremos de volta.
Desde já pedimos desculpas pelo transtorno.
Política
Eleições devem ser limpas

Não há razões objetivas para a paz de sucessivos ciclos eleitorais ser abalada, a não ser o espírito destrutivo de Bolsonaro
Há mais de 25 anos, os brasileiros votam por meio das urnas eletrônicas sem sobressaltos, sem o mais tênue indício de fraude. Em todo esse tempo, jamais os resultados das eleições foram contestados seriamente – vale dizer, com base em evidências, não em boatos – por quaisquer das múltiplas forças políticas da sociedade. Graças a esse longo histórico de segurança e agilidade do modelo brasileiro, referência internacional em processos eleitorais, a sociedade atravessou em paz sucessivos ciclos eleitorais, alguns bastante tensionados.
Nada houve de concreto nessas quase três décadas de voto eletrônico para abalar essa paz. A única novidade, por assim dizer, foi a eleição de Jair Bolsonaro para a Presidência da República. Bolsonaro, já é sabido, está em campanha pela reeleição desde que tomou posse. A partir do momento em que percebeu que o descalabro de sua gestão pode não passar despercebido pelos eleitores, passou a agir deliberadamente para desacreditar o processo eleitoral e, assim, criar o ambiente propício à contestação do resultado e ao conflito social. Será algo inédito no País, com consequências imprevisíveis.
Em boa hora, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, pediu “paz e respeito” às escolhas dos eleitores em outubro. Um país que se pretende livre e democrático não pode querer muito mais do que isso.
O apelo do ministro Fachin foi feito durante uma reunião de trabalho da Comissão de Transparência Eleitoral (CTE) do TSE, colegiado que congrega várias organizações da sociedade civil, universidades e membros das Forças Armadas para discutir o aprimoramento do processo eleitoral brasileiro.
A própria existência da CTE é um reflexo da tradição da Corte Eleitoral em dar ampla transparência ao processo eleitoral no País. Isso não é de hoje.
Ações nesse sentido são fundamentais quando ninguém menos do que o presidente da República lidera uma sórdida campanha de desinformação para enganar os brasileiros sobre a higidez do processo eleitoral, no qual os eleitores sempre confiaram, em maior ou menor grau. Mas é preciso lembrar que em todos os ciclos eleitorais as portas do TSE são abertas aos partidos políticos, acadêmicos, técnicos e outros interessados para aferir a idoneidade das urnas eletrônicas. Jamais houve uma “sala secreta” na qual “meia dúzia decide uma eleição”, como levianamente apregoa Bolsonaro. O que há, sim, é uma sala segura onde os votos são totalizados. E isso reflete a seriedade do trabalho do TSE, não o contrário.
Na última reunião da CTE, o TSE recebeu mais de 40 sugestões de melhorias no processo eleitoral, que partiram de membros das Forças Armadas, da Transparência Internacional, de universidades públicas e privadas, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), entre outras instituições. A esmagadora maioria delas foi acolhida.
Os eleitores podem confiar na segurança da urna eletrônica. A suspeição lançada por Bolsonaro não passa de esperneio preventivo de um mau militar, um mau presidente e, o tempo dirá, um mau perdedor.
Opinião do Estadão publicada no dia 28 de Abril de 2022
———————————–
Finalizando
“A verdade é que os egocêntricos não passam de maus perdedores”
W.s.c: Pensador
————————————
Chega de Corruptos e Corruptores que devastam nosso dia, dia
Se liga
São Paulo
Acorda Brasil
SP-30/04/2022