
Ontem (09), Neymar virou notícia ao ser tornar vítima de desfalque numa de suas contas bancárias, no valor de R$ 200 mil, soma total de pequenos desvios realizados por espertalhão.
O nome do banco não foi revelado, apenas que a instituição ressarciu o valor subtraído.
Informação dá conta de que o golpista era funcionário de terceirizada que teve acesso à senha de um dos gerentes da instituição.
Trata-se de manobra manjada no ambiente interno dos bancos.
Em regra, os gerentes, espontaneamente, cedem suas senhas para corretores de seguros que se instalam em suas dependências para que estes, indevidamente, tenham acesso a devedores e possam, com a informação em mãos, trocar empréstimos por vendas.
Todos dividem comissionamentos.
A manobra, a princípio somente para consulta, dá margem a tentações como as levadas a cabo contra Neymar.