
Adquiridas as eleições, Madame Leila Pereira trabalha agora, como já se sabia que ocorreria, para presentear seus parceiros com percentuais de poder no Palmeiras – não necessariamente com cargos.
Dois nomes geram polêmica.
Olivério Junior, empresário de jogadores que atua na assessoria pessoal da cartola, o nome escolhido como Diretor de Comunicação do clube, encontra forte resistência de conselheiros palestrinos, inclusive os de situação.
Vários são os fatores.
Desde a infeliz fama de bastidores, passando pela rejeição quase absoluta dos colegas de imprensa – a serem tratados pela pasta, até o fato dele também possuir estreita ligação com os principais cartolas do Timão, sejam eles formais ou informais, casos de Andres Sanches, Paulo Garcia e Kia Joorabchian.
Talvez Madame tenha que empossar um preposto de Olivério, o que enganaria apenas os que precisam se fazer de tolos para manutenção das facilidades oriundas do poder.
Outro nome em questão gera calafrios dentro do Palmeiras.
Já é certo que o violento Paulo Serdan, presidente de ‘honra’ da Mancha Verde – seja lá o que isso signifique – comandará, sem cargo, mas com poder, as categorias de base palestrinas, assim como ocorre no Corinthians, em que um bicheiro dá as ordens aos subalternos escolhidos para obedecer.