Ontem (13), a BRL Trust, gestora do Arena Fundo FII, responsável pelas contas do estádio de Itaquera, protocolou na CVM relatório mensal referente aos gastos e recebimentos da operação.
Novamente, não há menção ao pagamento da primeira parcela dos ‘naming-rights’ da Arena, anunciados em setembro de 2020.
R$ 15 milhões, de R$ 300 milhões.
Segundo consta, o contrato foi assinado entre o Arena Fundo e a Hypera Pharma, que também não registrou esse pagamento em seus balanços.
O Corinthians segue devendo R$ 48,3 milhões ao Fundo, oriundo de calotes em repasses de recebíveis do estádio, entre os quais a venda de ingressos, ocorrida, pela última vez, pré-pandemia.
Aumentou para R$ 2,5 milhões o passivo do Arena, sendo R$ 1 milhão devido pela administração da BRL e R$ 1,48 milhão discriminado como ‘outros valores a pagar’.
O Fundo, porém, mantém em seu poder, sob desconformidade do acordo com o Corinthians, que prevê apenas e tão somente o repasse de recursos a credores, não a retenção de valores, a quantia de R$ 6,1 milhões.
Precisamente R$ 6.118.661,88
A acréscimo aproximado de R$ 200 mil sobre o mês anterior, certamente de outros negócios da Arena (Faculdade, Academia, Camarotes, etc).
Destes, R$ 4,83 milhões estão aplicados em Renda Fixa; R$ 1,28 milhão no caixa, para ‘disponibilidades’.
Clique no link a seguir para ter acesso à íntegra do Informe Mensal do Arena Fundo FII, de agosto de 2021, referente às contas de julho:
Informe Mensal – Arena Fundo – agosto 2021
