
Em clara represália, sob desculpas das mais esfarrapadas, a FERJ cobrou taxas de Fluminense e Botafogo dez vezes mais caras do que as dos rivais Flamengo e Vasco, para a disputa de jogos pelo Carioquinha.
Depois, puniu o Glorioso, que, recusou-se, por razões óbvias, a assinar o borderô da partida, com a perda de mando de campo
Flu e Bota disputam o campeonato sob protesto, indignados com a volta do futebol em meio à pandemia do COVID-19, enquanto Flamengo e Vasco beijam todas as mãos imundas que encontram pelo caminho, alinhados que estão com os mais diversos níveis de poderes.
Se, antes, sequer deveriam ter entrado em campo, agora, com nova afronta, o que mais falta para Fluminense e Botafogo abandonarem, definitivamente, o campeonato?
A história dos Campeonatos Cariocas relevantes está no passado e nunca será apagada.
No presente, trata-se de uma disputa irrelevante que objetiva apenas a sobrevivência da Federação e da cartolagem a ela co-ligada.