
Se era compreensível que o senador Romário, na condição de ex-jogador e principal nome da conquista do Mundial de 1994 quisesse participar das homenagens ao título, em recente partida promovida pela CBF, até então investigada pelo próprio, qualquer outro tipo de relacionamento, não.
O Blog do Juca revelou, ontem (30), que o Baixinho manteve encontro reservado, e escondido, com a cúpula da entidade.
Se não se tratar de sequência das apurações, mas de aproximação política, é profundamente decepcionante.
Romário sabe bem o que representam, fazem e a quem obedecem tanto o presidente Rogério Caboclo quanto seu Secretário, Walter Feldman, ambos com as cordas puxadas, desde sempre, por Marco Polo Del Nero, tratado como ‘ladrão’, diversas vezes, em discurso do parlamentar.