
Ontem, nova polêmica em torno do amalucado Deyverson sacudiu os bastidores do Palmeiras.
De maneira absolutamente irresponsável, o atacante gravou vídeo fake sobre suposta despedida do clube com destino à China, enviando-o a outros descerebrados, a quem trata como amigos, que não pensaram duas vezes em viralizar a “obra” pela internet.
Muita gente acreditou, até que o próprio precisou postar nova filmagem, esclarecendo a questão.
A tal proposta chinesa, de fato, nunca existiu.
O episódio, também fake, foi inventado para tentar aproximar o atleta do torcedor, criando um clima de “amor ao clube”, que sobreporia o sentimento de raiva diante da bobagem cometida no recente clássico contra o Corinthians.
Mas Deyverson é isso aí, não se ajuda e pode ainda piorar muito.
Basta verificar a riqueza intelectual dos pronunciamentos, em ambos os vídeos, para notar a pouca margem à melhoria, apesar de muita gente querendo ajudá-lo, principalmente o treinador Felipão.
O final óbvio – se o Palmeiras desistir de se comportar como “Fundação Casa” (já deveria tê-lo feito), será o ostracismo de um jogador que sequer é mediano, teve a sorte de ser protegido num momento do futebol brasileiro que permite à mediocridade ser tratada com alguma idolatria, mas preferiu, como ocorreu, em exemplo, com Adriano Imperador – muito melhor do que ele, jogar tudo para o ar por não compreender, nem aproveitar as oportunidades que a vida insistiu em lhe proporcionar.