
FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
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“Odeio mentira… a verdade pode nem sempre ser justa, mas é a única que permite viver plenamente…”
Autora: Janaina Cavallin
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Como sempre o STJD é uma graça

Os intactos membros do virtuoso tribunal certamente ficaram abismados ao notarem através videoteipe que, no 49º minuto da etapa final, Jô, atacante corintiano, desferiu maldoso e consciente pontapé no adverso Rodrigo defensor da Ponte Preta.

Ao mesmo tempo, não tiveram o cuidado de observar que o acontecido foi na frente e olhar do árbitro adicional 02: Salim Fende Chaves, que, na maior cara dura, fingiu não ter visto; por este motivo, deveria ser indiciado e tomar punição em dobro
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31ª Rodada da Série A do Campeonato Brasileirão – 2017
Sábado 28/10
São Paulo 2 x 1 Santos
Árbitro: Anderson Daronco (FIFA)
Item Técnico
Meia boca, vez que: mesmo em cima do fato, deixou de marcar a penalidade máxima do santista Alysson no são-paulino Petros, por este motivo prejudicou a equipe tricolor, vez que 90% das cobranças são convertidas em gol
Movimentação
Dado instante da primeira etapa fora da tradicional e correta diagonal, Anderson Daronco atrapalhou a movimentação do santista Lucas Lima
Item Disciplinar
Advertiu corretamente o1 dos defensores são-paulinos e 05 santistas
Domingo 29/10
Ponte Preta 1 x 0 Corinthians
Árbitro: Marcelo Aparecido R de Souza – SP (CBF)
Assistente 01: Anderson José de Moraes Coelho – SP (CBF)
Assistente 02: Bruno Salgado Rizo – SP (CBF)
Adicional 01: Leandro Bizzio Marinho (SP)
Adicional 02: Salim Fende Chavez – (SP)
Item Técnico
1º – Corroborou com o erro do assistente 02 no momento que este, deixou de sinalizar a impedimento do atleta Rodrigo, defensor da equipe campineira, no lance findado com a bola batendo no poste esquerdo do goleiro corintiano
2º – Deixou de marcar algumas faltas, dentre estas, a que provocou a amarelo para o corintiano Clayson, por ter reclamado fortemente com palavras e gestos
Adicional 02
Na maior cara dura, viu, se mancou e certamente, deixou de comunicar ao árbitro sobre a maldosa, consciente e explicita solada cometida por Jô, atacante corintiano, no oponente Rodrigo, ocorrida após disputa normal, findada no escanteio favorável à sua equipe
Item Disciplinar
Cartões amarelos: 04 para defensores da equipe da casa e 01 para corintiano
Segunda Feira 30/09
Palmeiras 2 x 2 Cruzeiro
Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)
Assistente 01: Helton Nunes (SC)
Assistente 02: Thiago Americano Labes ( SC)
Adicional 01: Celio Amorim (SC)
Adicional 02: Edson da Silva (SC)
Item Técnico
1º – No lance sucedido na pequena área, lado esquerdo do goleiro, sob as vistas do adicional 02, mesmo que difícil (quem quer moleza mude de atividade), não consigo capitar o motivo de não ter avisado ao árbitro, quando do rápido puxar de camisa cometido por Diego Barbosa defensor do Cruzeiro no palmeirense Keno
2º – Heber Roberto Lopes errou e feio quando sinalizou a inexistente falta cometida por Borja, atacante palmeirense, no oponente Manoel, quando da disputa normal, no lance findado com a bola no fundo da rede da equipe mineira
Item Disciplinar
Advertiu corretamente com o amarelo: 02 dos defensores da equipe visitante
No todo
Palmeiras prejudicado
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Politica
Me engana que eu gosto

Luislinda Valois, Lula e bolsonaro, exemplos de mistificação para tirar vantagens
Políticos vivem de mistificações e muitos deles, ao mesmo tempo em que se colocam como vítimas por serem negros, mulheres, (ex) pobres ou de recantos longínquos do País, usam essas mesmas condições para se fazerem populares e abocanharem privilégios. Ninguém desconhece que o Brasil tem ranços racistas e machistas e que a principal origem de nossas piores mazelas está na desigualdade social, mas usar essa triste realidade para detratar os adversários, de um lado, e obter simpatias e boquinhas, do outro, é ilegítimo e cínico.
A ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois (PSDB), é desembargadora aposentada, mulher das leis, mas, quando a lei afeta seus interesses, aí são outros quinhentos. Como mostrou a Coluna do Estadão, ela tentou furar o teto salarial do funcionalismo, de R$ 33,7 mil, e acumular R$ 61,4 mil com aposentadoria e salário de ministra, alegando que a adequação à lei, “sem sombra de dúvidas, se assemelha ao trabalho escravo”. Logo, quis tirar vantagem com a conexão entre sua condição de negra e a escravidão, quando o teto vale (ou deveria valer) para brancos, negros, mulatos, asiáticos…
Curiosamente, não há registro de nenhuma manifestação de Valois contra a portaria do trabalho escravo que mobilizou o País. Se alguém no governo botou a boca no trombone, foi a secretária nacional de Cidadania, Flávia Piovesan – aliás, exonerada na quarta-feira pela Casa Civil. Alegação: ela já estava a caminho mesmo de Washington, para representar o Brasil na Comissão de Direitos Humanos da OEA. Ah, bom!
O caso Luislinda Valois remete a um outro personagem que, há décadas, usa a seu favor a imagem de pobre, migrante nordestino, operário e… “de esquerda”. Sim, Luiz Inácio Lula da Silva, o inimputável, o que pode tudo, ganhar presentes de empreiteiras, fatiar a propina da Petrobrás, ratear estatais e fundos de pensão entre os “cumpanheiro”, jogar as culpas na mulher já falecida, lavar as mãos diante dos erros da pupila feita presidente da República.
Se Valois quis driblar a lei por ser negra e argumentar contra a escravidão (dela, não dos outros), Lula sempre se pôs acima de críticas, de regras e agora da lei porque tem a biografia que tem. E como cuida bem dessa biografia! Em nome dela e da mítica do nordestino pobre e “perseguido pelas elites”, ele preferiu aceitar sítio, triplex na praia e apartamento em frente ao seu de presente, em vez de simplesmente compra-los. Seu dinheiro legal dava e sobrava para isso. Mas perder a aura de pobrezinho? Jamais. Esse é seu “trunfo”.
A mitificação vale também para o presidenciável Jair Bolsonaro, que se faz passar por “militar” até hoje, angariando apoios e simpatias nas bases das Forças Armadas e de saudosistas da ditadura, apesar de estar na reserva do Exército desde 1988, como capitão, estar na política desde 1990, há quase 30 anos, e desfrutar do seu sétimo mandato como deputado federal.
Para se consolidar no segundo lugar das pesquisas e escamotear sua falta de condições para disputar a Presidência, o que ficou chocantemente evidente em suas últimas entrevistas, Bolsonaro se esconde por trás da fantasia de “militar”, da mesma forma como Lula usa a de “pobre e do povo”, e Valois, a de “negra vítima da escravidão”.
São todas mistificações para dourar a realidade ou “enganar um bobo, na casca do ovo”. Não um, mas milhões de bobos que não conseguem ver que Lula, o campeão das pesquisas, é réu seis vezes, já condenado uma vez, e deixou de ser pobre há décadas. E que Bolsonaro, o segundo colocado, foi um militar expelido prematuramente da tropa e é um político medíocre, que só sai do anonimato raramente e à custa de bandeiras do atraso. Só não vê quem não quer.
Criadora: Eliane Cantanhêde – jornalista e comentarista – Publicado no Estadão do dia 03/11/2017
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Finalizando
“É necessário se espantar, se indignar e se contagiar, só assim é possível mudar a realidade…”
Nise da Silveira – foi uma renomada médica psiquiatra brasileira
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Chega de Embustes, de Corruptos e Corruptores
Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP-04/11/2017
Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana, que foi ao ar pela rádio Rock n’ Gol e pelo YouTube:
*A coluna é também publicada na pagina Facebook: “No intervalo do Esporte”
*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.