
Vamos à um exercício de imaginação: você executa dez serviços inerentes à sua profissão e à fama que lhe foi atribuída, sempre com truculência, aproveitando-se da fragilidade de funcionários, quase nunca afrontando os patrões.
Depois, com o material em mãos, utiliza-se de um emissário para discutir, com os donos das empresas abordadas, benefícios que possibilitariam a não divulgação do material.
A famosa “propina”.
Boa parte (a maioria) aceita os termos propostos, porém dois ou três, não.
Estes tem seus problemas (alguns até verdadeiros, outros, tratados como tal) revelados para um grande público, enquanto os outros permanecem em arquivo, para ‘mordida” posterior.
O achacador é candidato a Prefeito de São Paulo, posa de bom moço e tem apoio da maior casa de estelionatos do Brasil, disfarçada de religião.