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Coluna do Fiori

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fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Podem me chamar de louco, só não me chamem de igual”

Laércio Morais – pensador

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Ingerência indireta na CEAF-FPF

Reinaldo Carneiro Bastos, o todo poderoso presidente da Federação Paulista de Futebol, que, por mim, nunca foi temido e respeitado, não perde o habito de comandar o setor de árbitros; desta feita, nomeou seu amigo e ex-árbitro Dionísio Domingos, na condição de interveniente entre ele, e os componentes da “autônoma” CEAF-FPF – Comissão Estadual de Arbitragem de Futebol – com o pomposo nome: Diretor de desenvolvimento da arbitragem paulista.

Composição da CEAF-FPF

Presidente: Ednilson Corona

Membros: José Henrique, Márcio Verri Brandão e Celso Barbosa

Vaquinhas de presépio

1

Por maior que seja o salário ou a vaidade, havendo o mínimo de respeito para consigo mesmo, é imperativo que peçam demissão dos respectivos cargos, para não serem chacoteados; se não o fizerem, na opinião deste humilde analista e defensor da moralização neste decisivo setor, notifico, que: será desta maneira que os verei daqui para frente

Lava Jato no Futebol

A podridão na administração da CBF, federações e clubes, é tumor maligno antigo, que necessita ser extirpado; torço firmemente, para que apareçam policiais, promotores e juízes que possam seguir o exemplo dado pelo conjunto das pessoas que apura a roubalheira praticada pela quadrilha comandada por Lula.

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14ª Rodada da Serie A1 do Paulistão 2016

Sábado 02/04

São Paulo 2 x 1 Oeste

Árbitro: Rafael Claus

Item Técnico

Sem problemas

Item Disciplinar

Acertou na advertência com cartão amarelo para 02 defensores do São Paulo, assim como: 02 do Oeste

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Domingo 03/04

Palmeiras 1 x 0 Corinthians

Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza

Árbitro Assistente 01: Alex Ang Ribeiro

Árbitro Assistente 02: Osvaldo Apipe de Medeiros Filho

Item Técnico

Acertou o árbitro por ter aplicado o regido pela regra 12 e considerado imprudente o lance da penalidade máxima cometida pelo palmeirense Thiago Mendes, no corintiano Giovanni Augusto. Penalidade batida por Lucca, defendida por Fernando Prass

Diz a regra 12

O Tiro livre direto será concedido para a equipe adversária se um jogador cometer uma das seguintes infrações que o árbitro considere imprudente, temerária ou com o uso de uma força excessiva:

Dar ou tentar dar pontapé em um adversário – dar ou tentar dar uma rasteira ou calço em um adversário – saltar sobre um adversário – fazer carga em um adversário – golpear ou tentar golpear um adversário – empurrar um adversário – dar uma entrada contra um adversário

Também

Será concedido um tiro livre direto para a equipe adversária se um jogador cometer uma das seguintes três infrações:

Segurar um adversário – cuspir em um adversário – tocar na bola com as mãos intencionalmente (exceto o goleiro) dentro de sua própria área

Cabeludo

No momento que Dudu, autor do tento da vitória da equipe palmeirense, recebeu a redonda, no ato, fiquei na duvida se estava ou não impedido, por este motivo, convenço-me, que, mesmo bem posicionado, o lance foi de extrema dificuldade para o assistente Alex Ang Ribeiro; pós-concretização do lance, por imagem da TV, ficou caracterizado que Dudu estava milimetricamente à frente do defensor corintiano.

Item Disciplinar

Cartão amarelo corretamente aplicado para 04 defensores do Palmeiras, igualmente, para 03 corintianos

Capivariano 3 x 5 Santos

Árbitro: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral

Item Técnico

Sem problemas

Item Disciplinar

Advertiu corretamente com cartão amarelo: 02 defensores da equipe mandante, do mesmo modo: 06 santistas

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Copa Libertadores – 2016 – Terça Feira 05/04

São Paulo 6 x 0 Trujillanos (VEN)

Árbitro: Ulisses Meireles (PAY)

Item Técnico

Deixou de marcar duas claríssimas penalidades máximas favoráveis ao São Paulo

Item Disciplinar

Dois amarelos para atletas de cada time

Conclusão

O trabalho desenvolvido pelo mediador prenuncia que seja extremamente político, ou seja: fará qualquer situação para agradar os impolutos dirigentes da CONMEMBOL, dentre estes, o responsável pelo setor de árbitros

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4ª Feira 06/04

Santa Fé (COL) 1 x 1 Corinthians

Árbitro: Néstor Fabián Pitana (ARG)

Item Técnico/ Disciplinar

Sem muitos problemas; trabalho aceitável

Rosário Central (ARG) 3 x 3 Palmeiras

Árbitro: Roddy Zambrano (ECU)

Item Técnico

Deixou de marcar e inverteu algumas faltas

Item Disciplinar

04 cartões amarelos para atletas da equipe da casa e 03 para palmeirenses, corretamente aplicados

Expulsão

O jovem e inexperiente atacante palmeirense Gabriel Jesus, pediu para ser expulso do campo de jogo, no momento que revidou o soco que houvera levado, vez que, na cara do assoprador de apito, meteu o pé no estomago do oponente

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Política

2

‘Golpes contra as instituições’

Esqueça comunismo, socialismo, bolivarianismo ou populismo. Tudo isso serve apenas de lorota retórica para engabelar o povo. O que o Partido dos Trabalhadores (PT) e aliados executaram em 13 anos e três meses no poder na República foi um crime comum planejado e executado com frieza e cálculo. E justificado com mantras ideológicos para manter vivo o fervor da militância. A Operação Carbono 14, 27ª fase da Lava Jato, que completa dois anos de profícua existência, prova também que os casos Celso Daniel, Mensalão e Petrolão não foram isolados, mas um escândalo só: o maior assalto aos cofres públicos, como nunca antes tinha havido na História deste País. Quiçá do mundo!

Há quem diga que as instituições do Estado Democrático de Direito estão funcionando normalmente no Brasil. Graças a Deus! Mas será que estão mesmo? Até este momento as aparências mostram que sim. Mas, como dizia o título de uma coluna do chargista Carlos Estêvão, na extinta revista O Cruzeiro, “as aparências enganam”. É. Pode ser! Até agora, a força-tarefa, composta por agentes da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF), tem produzido uma surpreendente devassa da compra de dirigentes políticos, empresários de peso e burocratas antes intocáveis e esta mostra o pleno funcionamento da Justiça. A confirmação das decisões do juiz federal paranaense Sérgio Moro por tribunais superiores reforça tal impressão. Mas será que não é apenas uma impressão?

Os impropérios públicos contra a atuação independente dessa fração do Poder Judiciário proferidos pela presidente da República, pelo maior líder (e sua principal base política de sustentação) e por dirigentes, parlamentares e militantes do partido deles, contudo, ameaçam a continuidade e efetividade da operação. Já se comenta abertamente nos meios de comunicação a possibilidade da anulação de seus atos por impugnação de algum deslize do juiz, como ocorreu antes na Operação Castelo de Areia, por exemplo.

Ora, direis, estas são apenas conjecturas. Pois o povo na rua prestigia o desempenho de policiais, procuradores e do juiz, mantendo eventuais desafetos de seu trabalho sob pressão. Mas na República não vigora o lema de grevista segundo o qual “o povo unido jamais será vencido”. Ainda que o trabalho da “República de Curitiba” seja aplaudido e defendido por 90% da população, segundo o Instituto Ipsos, isto não bastará para mantê-lo. Ele precisa do suporte das instâncias superiores do Judiciário e, embora esteja sendo confirmado, já começa a receber alguns avisos bastante claros da mais alta delas, o Supremo Tribunal Federal (STF), em decisões que podem significar: “devagar com o andor, que o santo é de barro”.

De qualquer maneira, as últimas notícias não deixam dúvidas quanto à evidência de que o aparelhamento do Poder Executivo pelos partidos governistas, principalmente o da “chefa” do governo, não se limita mais à ocupação dos cargos nas repartições públicas e nas estatais, sem a qual o gigantesco assalto não teria sido possível. Agora atingiu o topo. Apoiada na máquina pública aparelhada e na vitória apertadíssima no pleito de 2014, a militante Dilma Vana Rousseff Linhares passou a ocupar a sede do poder republicano, o Palácio do Planalto, como se fosse um aparelho de seus tempos de guerrilheira Estela, reunindo massas fanáticas que berram palavras de ordem provocadoras como “não vai ter golpe”.

E pior: “vai ter sangue”. Fazendo coro a gritos de guerra puxados pela alterada ocupante temporária do próprio público, o deputado Major Olímpio (SD-SP) foi agredido e expulso de uma posse de ministros. Os presidentes da CUT, Vagner de Freitas, e do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, ameaçaram pegar em armas para defender a permanência da chefe no governo. E o secretário de Comunicação, Edinho Silva, falou até em cadáver.

Para animar plateias que se dispõem a ouvir suas arengas, a “presidenta” manda Montesquieu às favas agredindo o Legislativo e o Judiciário, como se estes tivessem obrigação de concordar com ela, com a afirmação que afronta a lei, “impeachment é golpe”, agora acrescentada da pretensa atenuante “sem provas”.

E madama Dilma vai além: o palácio que virou aparelho e, depois, auditório para resistência sindical, está sendo usado como brechó de quinta categoria. Nele, a adesão de parlamentares à manutenção a qualquer custo do resto de mandato de Dilma está sendo alugada com dinheiro do contribuinte. Primeiramente, ela fez ouvidos de mercador à crise ética, permitindo por omissão o assalto desmesurado ao patrimônio público, que levou ao empobrecimento da Petrobras e à recessão. Gerou, assim, a maior crise econômica da História. E decidiu esvaziar de vez o caixa para manter a posse de sua chave.

O parágrafo anterior revela a desmoralização do Poder Legislativo, que é base da democracia, por representar o poder do cidadão. Mas o crime impune descrito é apenas uma das demonstrações da ameaça à higidez desta instituição basilar do Estado Democrático de Direito. Pois ainda salta aos olhos da multidão a degeneração das casas de leis presididas por parlamentares investigados em vários casos criminais.

A lerdeza torna-se sinônima de leniência do Judiciário, que o cidadão constata comparando dois números: 67 condenados em 17 processos na primeira instância e nenhum político com foro privilegiado punido na forma da lei na instância final. E o Supremo Tribunal Federal (STF) tem também seu prestígio institucional arranhado pela corrida de seus membros rumo à luz dos holofotes e à proximidade dos microfones dos meios de comunicação.

Nem quartéis nem ruas ocupadas pelo povo ameaçam o funcionamento das instituições. Mas, sim, seus ditos guardiões que, em vez de fortalecê-las, as usam para se manterem no topo e ficarem à sombra e água fresca de paraísos fiscais.

Artigo do jornalista, poeta e escritor brasileiro José Nêumanne Pinto

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Finalizando

“Se você tiver uma fazenda e na hora da colheita tiver que optar entre um administrador petista e uma nuvem de gafanhoto, fique com os gafanhotos”

Paulo Maluf – é um empresário brasileiro, engenheiro e político acostumado a supervalorizar obras publicas objetivando meter a mão no erário publico

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Chega de velhacarias, de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP- 09/04/2016

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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