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Sonegação falsidade ideológica e lavagem de dinheiro: até que ponto Neymar é vítima ?

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Malaquias, Neymar e Wagner Ribeiro

A arte magnífica de Neymar dentro das quatro linhas tende a nos impedir, por vezes, de querer enxergar sua participação, como fez o MP-SP e também o da Espanha, nos graves crimes, que, tudo indica, parece ter cometido.

Dentre os quais sonegação de impostos, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.

Criação de empresas fajutas, assinatura de contrato com outra equipe à margem do conhecimento da que estava atuando (mas não de presidente e vice, também investigados), e a convivência, quase impossível de não impregná-lo de conhecimentos do submundo, comercial com o empresário Wagner Ribeiro e familiar, com seu próprio pai, reconhecido nos guetos da malandragem litorânea.

Até que ponto Neymar é inocente ?

Ou culpado ?

Pode-se acreditar, apesar de a cada dia se tornar mais difícil crer, que o jogador nunca tenha tomado conhecimento do que assinava (ou assinavam por ele), mas é inacreditável, quase impossível, o desconhecimento das práticas daqueles a quem permitiu cuidar de sua carreira.

Um, conhecido pela alcunha, “luxemburgo” do empresários (o que, evidentemente, não se trata de elogio), ao menos, nem parente de sua cachorrinha é, estando ao seu lado apenas para sugar-lhe o máximo possível de recursos, mas o outro, familiar, deveria, se for de fato o caso, procurar os MPs de Brasil e Espanha, assumir o que fez, e, com dignidade, impedir que o pior aconteça a seu rebento.

Enquanto a Neymar, o craque, se ainda quiser evoluir na carreira, sem cercar-se de problemas ligados a malandragem, resta, até porque possui tamanho para tal, romper com ambos, ao menos comercialmente, pedir desculpas a quem, voluntariamente ou não, prejudicou com o recebimento indevido de valores, limpando uma imagem que deveria permanecer na memória de seus torcedores apenas pelo que pode produzir nos principais gramados do planeta.

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