
Votação histórica do Congresso derrubou o veto da Presidente Dilma Rousseff (PT), introduzindo o sistema de votação impressa nas definições eleitorais brasileiras, utilizado em 90% dos países civilizados.
Um grande avanço de transparência, levando-se em consideração a possibilidade, grande, de manipulação existente no voto eletrônico, que tantas discussões tem ocasionado nos últimos pleitos.
A objeção do TSE, que indicou elevação do gasto eleitoral em R$ 1,8 bilhão com a impressão de comprovantes, não é relevante, levando-se em conta o benefício claro à população com um resultado crível da pretensão dos eleitores.
Num país que tem a “malandragem” e a corrupção inserida no contexto cultural, todo cuidado é pouco e a vigilância, de fato, se faz necessária.