Entre as 59 ações populares movidas pela advogada Fernanda Soratto Uliano Rangel contra os desmandos do CARF (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais), em esquema inventado e gerido por advogados (com a omissão da OAB), que, segundo a Polícia Federal, realizou o maior assalto da história da humanidade aos cofres públicos, uma delas aparece lançada no balanço da empresa LIGHT SESA.
O “perdão”, desta vez, foi de R$ 531,6 milhões.
Ao descrever o andamento do processo movido pela Dra. Fernanda, certos da impunidade, no campo “chance de perda”, o resultado é demonstrado como “remota”.
Era tão certa a expectativa de reversão da cobrança (com ajuda do CARF) que a LIGHT sequer provisionou, como é de hábito nesse tipo de situação, valores para pagar um tributo da qual estava, até então, condenada.



