O empresário de jogadores Fernando Garcia tem se utilizado do discurso de que recebeu os direitos federativos do atleta Malcom, do Corinthians – clube do qual é conselheiro – em troca da quitação da dívida de um empréstimo para finalizar o negócio com o volante Ralf.
Porém, há dois dias, a Justiça aceitou ação impetrada pelo empresário contra o clube, na 36ª Vara Civil de São Paulo, cobrando R$ 2,7 milhões, evidenciando mentira do discurso anterior.
O processo, nº 1131418-50.2014.8.26.0100, já teve despacho, no mesmo dia, obrigando o clube de Parque São Jorge, assim que notificado, a quitar o montante, exatos R$ 2.797.813,42, em apenas 15 dias.
Ou seja, abusado, o conselheiro alvinegro além de fazer negócios com o Corinthians de maneira irregular, em desconformidade com o Estatuto, teve ainda a coragem de processar o clube, mesmo após ter obtido lucro desproporcional, diria até excepcional, nas nebulosas intermediações.
Cai por terra, em consequencia, outra “desculpa”, a da benemerência.
No intuito claro de se ocultar na ação judicial, Garcia utilizou-se no processo da empresa GP SPORTS, da qual é o verdadeiro proprietário, embora, no papel, esteja em nome do “laranja” Allisson Garcia.
