Assim como ocorre na vida de quem passa pelo período escolar, há os que aprendem com maior facilidade e aqueles que, mesmo aplicados, precisam passar por etapas mais difíceis de compreensão.
O Flamengo, há tempos, dedica-se arduamente para atingir o objetivo de ser rebaixado à segunda divisão.
Não tem conseguido, por vezes, mais por incompetência dos adversários do que por mérito de suas gestões.
Mas agora, em 2015, o clube lançará mão de um planejamento que pode, enfim, dar ao Mengão o que persegue com tanto afinco.
Se com V(W)anderlei(y) Luxemburgo as negociatas eram prioridade, com a união de Rodrigo Caetano – o mesmo que montou a equipe rebaixada do Fluminense e por muito pouco não deixou o Vasco mais um ano na Série B – os negócios tendem a ficar ainda mais escancarados.
Faltou mais um para enquadramento em conhecido artigo do Código Penal.
Caetano participou ativamente, por anos, da farra de Carlos Leite e Roberto Dinamite no clube cruzmaltino, além de esfacelar o Tricolor carioca, negociando a base e trazendo para o clube jogadores que precisavam de vitrine.
Aluno aplicado, o Flamengo brinca com a sorte e pode, depois de anos de espera, por merecimento, atingir o objetivo que seu torcedor, ao contrário dos dirigentes, rechaça com toda a veemência.
