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Aurélio Miguel é o “Cavalo de Tróia” do São Paulo

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Há uma grande discussão nos bastidores do São Paulo pela inclusão ou não do ex-judoca Aurélio Miguel como conselheiro vitalício do clube.

O argumento mais utilizado pelos que são contrários remete às denuncias, várias, que cercam o nome do vereador em sua atuação na Câmara Municipal.

Levando-se em conta este argumento, muita gente deveria ser banida do clube.

Desde Marco Aurélio Cunha, também envolto em confusões, entre elas a de colocar “laranja” para assinar livro de ponto, passando por Kalil Rocha Abdala, pelo que vem ocorrendo nas contas da Santa Casa, até o atual presidente, Carlos Miguel Aidar, recentemente pego com a “boca na botija” da construtora Serveng.

A questão principal, até discutida nos bastidores, mas não levantada publicamente – pelo velho hábito tricolor de esconder seu problemas – é a atuação de Aurelio Miguel com a construtora Brookfield, a mesma das denúncias de corrupção na vereança, porém, em associação para lesar o clube do Morumbi.

O ex-judoca estimulou muitos dos processos movidos por moradores contra os interesses do São Paulo, por benefício pessoal, alguns deles resultando em perda de milhões de reais aos caixas do Tricolor.

Tirante todos os outros problemas, graves, o ato de traição, amplamente divulgado e conhecido dos conselheiros são-paulinos é a maior justificativa para não conceder tamanha honraria ao vereador.

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