Aplicada taticamente, a Seleção Brasileira, com ótima atuação de Diego Tardelli, venceu a melhor equipe da Argentina, por dois a zero, conquistando o troféu do Super Classico das Américas.
Messi, bem marcado, decepcionou.
Os argentinos dominavam a partida, tocando curto, com alguma plasticidade, e já eram prejudicados com a não marcação de uma penalidade, quando, aos 27 minutos, em bobeada da zaga, a bola sobrou para Diego Tardelli – o melhor, até então, da Seleção – de primeira, marcar um golaço para o Brasil.
Daí por diante, os comandados de Dunga, que limitavam-se a se defender, equilibraram as ações.
Porém, quase no final da primeira etapa, o péssimo árbitro chinês, de consciência pesada, assinalou pênalti inexistente de Miranda em Di Maria, que Jefferson, de maneira espetacular, defendeu, após batida de um discreto Lionel Messi.
O segundo tempo manteve-se equilibrado, apesar de mais brigado do que técnico, até que, aos 18 minutos, Oscar bateu escanteio pela esquerda, David Luiz desviou, e a bola sobrou para Tardelli, oportunista, ampliar o marcador.
Atrás no placar, os argentinos passaram, novamente, a dominar a posse de bola, mas o Brasil recuou e soube se defender, vez por outra, criando jogadas de contragolpe.
Deu tempo ainda para Kaká aos 36 minutos, entrar no lugar de Tardelli, que saiu merecidamente ovacionado, e quase não deu para Robinho, aos 50 minutos, substituir a Neymar..
O resultado é importante para dar moral ao grupo que ainda está em formação, mas a exibição, em si, apesar de competente, foi aquém do que o torcedor brasileiro deseja para uma equipe que, por diversas vezes, além de conquistar títulos, encantou o mundo com futebol diferenciado.
