Em breve, os uniformes do Vasco da Gama serão fornecidos pela UMBRO, após negociação que envolveu diversas trocas de “gentilezas”.
Uma delas será exposta, publicamente, nos próximos dias.
A fábrica doará, nem tão voluntariamente assim, material de campanha para Roberto Dinamite, entre os quais milhares de camisetas.
Evidentemente não contabilizados, como deveriam, no TSE, em que o mandatário vascaíno diz ter recebido apenas R$ 54,4 mil em doações de campanha, destes R$ 20 mil tendo como origem um cheque do próprio candidato, e outros R$ 25 mil, em depósitos sequenciais de R$ 5 mil cada, num período de 4 dias, de pessoas que supostamente não se conhecem, mas, por encanto, decidiram agraciá-lo com contribuições absolutamente idênticas.
O caso “Ilhas Cayman”, os dois rebaixamentos do clube em seis anos, a GENROTOUR, as parcerias ocultas com Carlos Leite, entre outras peripécias são apenas parte do que se descobriu de um “negociador” de poucos escrúpulos, mas absolutamente voraz em utilizar-se dos que os cercam – inclusive do Vasco, que lhe deu de comer – para atingir os objetivos mais obscuros.
