Dilma Rousseff (PT), devidamente homenageada na última Copa do Mundo, em período eleitoral, abriu as portas, publicamente, para representantes do Bom Senso FC, e doutros grupos que, há anos, clamam por mudanças da estrutura, não apenas do futebol, mas também do esporte nacional.
Pura demagogia.
Enquanto discursa o que os ouvidos de gente interessada nas melhorias quer escutar, na prática, age com a dissimulação habitual.
Mantém como Ministro um Aldo Rebelo, absolutamente comprometido com a cartolagem, que, sem coragem,ou devidamente gratificado, fechou os olhos para atos lamentáveis de dirigentes, sejam eles do passado, presente ou futuro.
Na última semana, por exemplo, Dilma brigou feio com um de seus sabujos, pelo fato de, em deslize, este ter tratado a CBF com a dureza devida, em postagem de site financiado com caixa dois do PT para propagar mentiras e doutrinação equivocada.
A presidente nunca quis mudar nada, e, mesmo que quisesse, não poderia, tamanho é o comprometimento de sua base política com os ladrões que assolam o futebol brasileiro.
O mesmo princípio pode ser aplicado com Aécio Neves, que tem parceiros imundos no meio da cartolagem, vários deles responsáveis pelo atual estado de putrefação não apenas da CBF, mas também doutras Federações e Confederações nacionais.
Como esperar mudança de quem divide a sala de reuniões, e outras coisas mais, com gente da periculosidade de Ronaldo “Fenômeno”, Zezé Perrela ou Ricardo Teixeira ?
Seja nas mãos de Dilma ou Aécio, o esporte brasileiro, se não virar pó, caminha para a manutenção de hábitos e sistemas que beneficiam tanto a cartolagem quanto a já conhecida “companheirada”.

