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Mais um capítulo de lavagem de dinheiro e sonegação de impostos no futebol

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Andres Sanches e a lavagem de dinheiro: testemunha depõe hoje

Reportagem do ótimo jornalista Jamil Chade, no Estadão de hoje, relata investigação realizada na Europa, anos atrás, que flagrou um esquema de lavagem de dinheiro e sonegação de impostos grandioso, envolvendo diversas equipes grandes do continente, entre elas, Real Madrid e PSG.

Em alguns casos com a participação da NIKE, noutros de Jerome Valcke, o nº 2 da FIFA – que chegou a intermediar atletas para a Suiça (Dill, Robert e Hilton) – comprometendo diversos jogadores famosos, como Anelka, e até alguns brasileiros, entre os quais Raí, o atacante Christian, o lateral André Luiz, Valdo, Ricardo Gomes, Ronaldinho Gaucho, etc.

O sistema – diga-se de passagem, amplamente, e atualmente, utilizado no Brasil – consiste em anunciar uma contratação por valores irreais, utilizando o excedente para pagar salários destes atletas burlando o imposto devido, que seria bem maior se constasse na folha de pagamento o valor total.

Na sequencia, no caso da NIKE, os dinheiro seria devolvido, lavadinho e limpinho, maquiado como “multa” por utilização inadequada do jogador de materiais doutra marca.

Tudo girando com base em contratos falsos e contas abertas nos mais variados paraísos fiscais.

Há também, obviamente, o envolvimento de agentes de jogadores – Assis, irmão de Ronaldinho é citado – e dirigentes, todos parte de um todo, no toma-lá-dá-cá de comissionamentos, propinas, e ocultação de valores, que, invariavelmente, costuma lesar clubes e a fiscalização governamental.

 

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