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“Fielzão” coloca marketing do Corinthians e Andres Sanches em guerra declarada

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Após tantos ataques – alguns bem desrespeitosos – proferidos pelo ex-presidente do Corinthians, Andres Sanches, contra o atual, o delegado Mario Gobbi, é realmente intrigante a falta de reação do atual mandatário.

Mais interessante ainda é a manutenção do ex-dirigente como responsável – único – por tudo que cerca o assunto estádio do Corinthians, seguramente o departamento que movimenta mais dinheiro do clube nos últimos tempos.

A briga é tão grande que atingiu, e praticamente paralisou, o departamento de marketing alvinegro.

Apenas na gestão Mario Gobbi, três já foram os dirigentes trocados.

Um deles, Ivan Marques, sem emplacar nada relevante, saiu sem nem dizer “adeus”, outro, 24 horas depois de anunciado, desistiu, e o atual, após tomar ciência da situação, nunca mais pisou no Parque São Jorge.

A última e surpreendente baixa foi a do, até então, mais antigo funcionário do departamento – e quem, de fato, o comandava – Caio Campos, ex-SMA, de Carla Dualib, trazido por Luis Paulo Rosenberg – que, por sinal, também abandonou o clube na atual gestão.

O fator motivador, de todas as mudanças e entregas de cargo, são os negócios do “Fielzão”.

Andres Sanches disse textualmente aos membros do marketing do Corinthians para “não colocarem as mãos em nada do estádio”.

Na prática, somente o ex-presidente, e não o clube, pode mexer com o dinheiro – seja o gasto ou o gerado – pelo empreendimento.

Naming Rights, camarotes, etc., ou seja, tudo o que possa gerar comissionamento.

A famosa “taxinha”, apelido pelo qual Sanches é tratado nos bastidores do futebol.

A ação, até o momento, tem se mostrado desastrosa, sem um negócio sequer finalizado, a não ser os obscuros, como as cessões de patrimônio e recebíveis do clube a terceiros sem expressão no mercado.

Enquanto isso, Mario Gobbi, que, teoricamente, deveria mandar no marketing, departamento desautorizado por Andres, segue, entre crises de choro e desabafos intramuros, fingindo que não é com ele, num final de gestão melancólico e desprovido de coragem.

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