“A negociação não nasceu de minha vontade e nem do meu empresário. Foi o Palmeiras que nos passou o interesse do Grêmio e nos deixou a vontade para acertarmos com eles.”
A declaração acima, do atacante Barcos, escancara ainda mais o desejo de negócio dos sócios V(W)anderlei(y) Luxemburgo e José Carlos Brunoro.
Como explicar o anúncio da venda do jogador sem que se saiba ainda os valores que realmente o Palmeiras terá para receber, e quais jogadores realmente virão para o clube ?
Seria estranho, até incompetente, se não fosse negócio de caso pensado.
Situação esta que já ocasionou constrangimentos ao clube, com negativas de jogadores gremistas em vestir a camisa palestrina e declarações, ainda piores, de Brunoro, dizendo que agirá para “convencer” parte deles a aceitar o negócio.
O tal “convencimento” não deveria ter ocorrido antes do anúncio ?
Desde quando um clube da enormidade do Palmeiras precisa se humilhar para que jogadores aceitem vestir sua camisa ?
Certo é que este negócio não cheira bem, embora os mais otimistas prefiram fechar os olhos para a obviedade dos “beneficiados” intermediários, acreditando que trocar uma realidade por quatro ou cinco jogadores, de nível médio para baixo, resolverão o problema de elenco palmeirense.
Brunoro começou cedo.
Resta saber até que ponto Paulo Nobre é marido traído, incompetente ou sócio do que já aconteceu ou ainda está por vir.
Certo é que se o negócio tivesse sido fechado por Arnaldo Tirone e seus bananas amestrados, o mundo já teria vindo abaixo no Palmeiras.
