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Sobre a tragédia no Vasco da Gama

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A fatalidade que vitimou um jovem de apenas 14 anos, tentando iniciar a vida esportiva no Vasco da Gama, precisa servir para que, ao menos, se trate os departamentos amadores dos clubes com maior seriedade.

É inadmissível a ausência de um médico no local.

Os dirigentes, que precisam ser responsabilizados pelo ocorrido, pouco se importam com o estado de saúde, social ou até mesmo econômico da grande maioria dos garotos que jogam a vida nessas peneiras.

Observam apenas o lucro que podem obter ao explorar os mais diversos talentos que surgem, gratuitamente, às suas portas.

Gente quase sempre desesperada por um lugar ao sol.

Profissionalizar os locais dos clubes que tratam com crianças, tirando-o das mãos nefastas de aproveitadores e, por vezes, até de pedófilos, é a única maneira de impedir que novas tragédias, como a de ontem, possam voltar a acontecer.

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