
Muita gente está de olho na negociação entre São Paulo e Nilmar, intermediada por Pini Zahavi, conhecido “parceiro” de Kia Joorabchian.
Desde o MPSP, até a Polícia Federal.
Há muitos assuntos mal explicados nessa relação do jogador com o iraniano.
Desde sua saída do Lyon, num “golpe” escancarado por este espaço e, posteriormente, admitido por Andres Sanchez, envolvendo não apenas os empresários, com o também o próprio atleta, que se calou mediante um “presentinho”, até o estranho problema com o Corinthians, que obrigou o clube a pagar duas vezes o valor de seus direitos ao Lyon, da França.
O fato é que os negócios realizados por essa gente costumam ser obscuros, e com a facilitação de intermediários, quase sempre do clube contratante, mediante remuneração suficiente para obtenção do silêncio.
É inegável que Nilmar é um jogador diferenciado e que acrescentará muito tecnicamente à equipe, mas, trazê-lo a todos custo pode, no futuo, custar caro demais aos cofres do clube.
Principalmente se negociar com essa gente deixar de ser algo pontual para vir a se tornar um hábito.