Documento falso, com a inserção de “Emerson”, registrado na CBF
Condenado, em última instancia, pelo crime de falsidade ideológica, o jogador Emerson Sheik, que na verdade se chama “Marcio Passos de Albuquerque”, terá que, além de pagar multa milionária, prestar serviços comunitários à sociedade.
Mas, esportivamente falando, Sheik nunca foi punido por ter se utilizado do mesmo expediente em seu registro na CBF.
Entidade que tem em seu Diretor de Registros, Luis Gustavo, alguém absolutamente comprometido com esse tipo de situação.
Ao pé da letra, e da lei, Sheik está irregular na CBF, pois foi reconduzido ao país com a documentação (passaporte, etc.) falsificada.
Caso semelhante ao do jogador Junior, ex-Vitória, atualmente no Bahia, que responde na Justiça comum pelo mesmo delito.
O atacante baiano também foi preso e só está nas ruas, jogando futebol, amparado por um habeas corpus.
Junior, ao menos, foi julgado pelo STJD, que, não deu bola para as provas documentais e, contrariando parecer do relator, o absolveu.
Decisão política, tomada na ocasião para não ter que condenar a CBF, conivente com o jogador e seus empresários.
Embora tudo indique que, mesmo condenado em última instancia pelo judiciário, o STJD possa “ajeitar” as coisas para Sheik, é dever do Vasco da Gama, pelo menos, verificar a situação da documentação do jogador na CBF.