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Coluna do Fiori

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FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.br   Email: caminhodasideias@superig.com.br

SEMPRE É CARNAVAL

Os membros da CEAF-SP impõem aos árbitros treinamentos táticos contínuos quanto à colocação dentro de campo.

ADESTRAMENTO

Durante os exercícios ditam o estilo que os árbitros devam seguir, excluem a liberdade de movimento, pretendem que os árbitros sejam verdadeiros robôs que devem satisfazer a voz do comando, não obedecer, ocasionará punição.

EMUDECIDOS

“Por sua vez, os árbitros ficam calados na esperança de obterem escalas vindas dos famigerados sorteios”.

SORTEAMENTO

Participam os selecionados antecipadamente, este selecionar, provoca hesitar tornado o “sortear” desacreditado.

Sempre entendi que sorteio deva ter participação de todos que estejam na mesma categoria, ou seja: Árbitros FIFA e os relacionados para atuarem na série A1.

Nas demais séries os FIFA e CONAF devem ser excluídos, renovar com dignidade e responsabilidade é preciso, assim sendo, nada de aceitar pedido ou interferência.

FINAL

Entendo como desrespeito para com aqueles que labutaram durante o transcurso do evento e, no momento de serem reconhecidos pela habilidade na função, levam o chamado chega pra lá, seus superiores escalam árbitros FIFA nas finais, ou, na final das séries de competição abaixo da principal.

Na somatória este carnaval de determinação provoca confusão na expectativa dos árbitros quanto ao futuro.

É PROIBITO FINTAR

Conforme consta no caderno de esportes do jornal O Estado de São Paulo, datado em 06/02/10, Neymar atacante da equipe do Santos, afirmou logo após a partida diante do Santo André que o árbitro Sálvio Spinola (FIFA) pediu para que ele parasse de enfeitar as jogadas, logo depois de sofrer falta.

CONDIÇÃO

Este é o nível do árbitro FIFA por São Paulo, político e temeroso quanto ao nível disciplinar da partida pelo futebol praticado por atletas capacitados que fazem da ginga a alegria dos espectadores quer de seu time ou do antagonista.

DRIBLE

Ao que sei o drible não é debochar do oponente desde que tenha como objetivo facilitar abertura de espaço para si ou seus consortes.

POLITICA

Aos leitores que tenham acesso ao jornal O Estado de São Paulo, recomendo leitura da matéria inserida na pagina A2 datada em 13/02/10 do jornalista, advogado, escritor, administrador de empresa e pintor Mauro Chaves: “Debate Lula x FHC em rede nacional”.

Acorda Brasil

SP-15/02/10

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