FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
http://www.navegareditora.com.br Email: caminhodasideias@superig.com.br
MALA BRANCA
O dinheiro e interesses sempre foram e continuam sendo a mola propulsora em nossa cultura, quando vejo manchetes estampando que foi oferecida quantia para que atletas venham a se esforçar objetivando tirarem ponto do oponente, recebo-a com normalidade.
No futebol paulista tínhamos a divisão intermediaria, havia acirrada disputa para acessar a divisão principal.
1.987 foi o ano em que a mala recheada correu solta, havia interesses em jogo dentre estes, eleição na FPF.
SINCERIDADE
Gostei da lisura expressada pelo técnico Benazzi, afirmando que a pratica existe na Série B do Campeonato Brasileiro, admitindo ser favorável.
SEM NOVIDADE
A propagada mala branca oferecida ou dada pelo Cruzeiro, para que os atletas do Barueri vencessem o Flamengo, não foi primeira, não será ultima.
33ª RODADA – SÉRIE A
Flamengo x Santos
Árbitro: Nielson Nogueira Dias (PE)
No transcurso da partida o árbitro Nielson e seus assistentes cometeram vários erros, dentre estes, a denominada cara de pau do árbitro por não ter tido coragem para mandar voltar à cobrança dos dois pênaltis defendidos pelo goleiro do Flamengo.
Em ambos estava o árbitro com visão total, Bruno se antecipou praticando a defesa.
Não me cabe avaliar se o atacante santista Paulo Henrique foi displicente ou não, a regra foi infringida, caberia ao árbitro respeita-la.
Palmeiras x Corinthians
Árbitro: Heber Roberto Lopes (PR)
Acertou ao expulsar Marcos defensor palmeirense que reconheceu o erro cometido.
Acovardou-se ao não expulsar o palmeirense Danilo por ter cometido falta violenta no corintiano Jorge Henrique.
Entendo que a atitude do árbitro tenha sido extremamente manhosa, por falta de independência.
O pênalti reclamado por Dentinho, não existiu.
SÉRIE A – 34ª RODADA
Grêmio x São Paulo
Árbitro: Jailson Macedo Freitas (BA)
Em meu ângulo de visão as expulsões foram corretas, todas por jogada violenta.
Errou o árbitro quando da não marcação do pênalti claríssimo, cometido por Jean em Tcheco.
Ao final da partida, Ricardo Gomes, técnico são-paulino disse para o árbitro:
“Isso que você fez hoje não existe”.
Será que Ricardo Gomes embarcara na onda de culpar a atuação dos árbitros para cobrir erros de seus comandados?
MORTE:
Conforme noticiado Juvenal ex-zagueiro titular da seleção de 1.950, faleceu aos 96 anos, estava morando de favor em um casebre na periferia de Salvador.
Pelo visto, nunca foi contatado pelos dirigentes da CBF que ganharam e ganham muito, jamais se preocuparam ou se preocupam na preservação e respeito para com nosso passado.
REVERÊNCIA
Sou convicto que se deva respeitar o passado, colaborando com os necessitados.
Entendo que toda entidade classista deva socorrer as que militaram na função mesmo não sendo sócio.
Sempre lutei para que o SAFESP viesse a reconhecer que o principal de uma entidade deva ser apoiar o associado e, amparar aqueles que passam necessidade.
No caso do falecido Biro-Biro, lembro que Sérgio Correia da Silva disse que o SAFESP não era filantropia.
Na época assegurei aos quatro cantos:
Se não fosse o cargo de presidente do sindicato do qual tira proveito, Sérgio não teria chegado à presidência da CONAF, como também, não arremataria amizade com protetores qual o antigo entresilhado, hoje bem nutrido, Aldo Rabelo.
CHAMADA
Os responsáveis pelo andamento do processo enviado a justiça relativo à sindicância que apurou as falcatruas cometidas por José Assis Aragão, ex-árbitro, ex-presidente do SAFESP e ex-juiz classista quando de sua passagem pela administração do Pacaembu, poderiam participar em que pé se encontra vez que somos os verdadeiros lesados.
CONTRATO
Salvo erro, Aragão exercia o politizado posto de juiz classista quando do julgamento da ação trabalhista movida por Fiori Giglioti contra a Rádio Bandeirantes, assim sendo, Aragão foi contratado pela emissora na qual comentava sobre arbitragem.
VULGARIZAÇÃO DE PRÊMIO OLIMPICO
Carlos Artur Nuzman, do COI, recebeu telefonema de Tom Rosandich, da Academia de Esportes dos EUA: Acabas de ser agraciado com o Eagle Award – recebido até então por um único brasileiro, Pelé.
Nuzman receberá o premio por sua atuação no esporte ao inicio de ano de 2.010.
POLITICA
CAMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO
Estou convicto que a doação propiciada pelas construtoras aos candidatos quando da campanha eleitoral eram de conhecimento dos mesmos, a forma de pagamento seria ou será a mudança do plano diretor, proporcionando-lhes vantagens que será cobrada de todos nós, por diversas formas.
Se houvesse inteireza na apuração dos atos destes que deveriam nos representar, provavelmente um ou dois permaneceriam, grande maioria seria cassada e impedida de participar de outros pleitos.
Acorda Brasil
SP-07/11/09

